Dólar supera R$ 4,99 após dados de inflação intensificarem temores

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D$ 49 após inflação após aperto de dados de aperto: super nos EUA (Crédito/Lee-Won)

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) – O declíniou-americanos anteriores bem acima do esperado intensificaram temores um posicionamento agressivo mais por trás da defesa dos norte-americanos bem acima do esperado parte do banco central dos Estados Unidos.

O índice de preços ao consumidor dos EUA saltou 1,0% no mês passado, após avanço de 0,3% em abril, disse o Departamento do Trabalho do país nesta sexta-feira. Economistas consultados pela Reuters projetam aumento mensal de 0,7%.

“Isso é um indicador bem ruim. Deixa na cara o quão descontrolada nos Estados Unidos está e ainda deve permanecer na Reuters Felipe Izac, sócio da Nexgen Capital.

Como o dado de preços ao consumidor na situação de emprego de uma leitura robusta sobre a situação do emprego no passado, a situação nos EUA é maior no mês que, ao mesmo tempo em que há necessidade clara de controlar a inflação, a situação do mundo robusta Ainda está resiliente, de forma Fed “tem chão para o aperto da política”, disse Izac.

Essa percepção impulsionou o dólar globalmente. Contra uma cesta de rivais, a avançava 0,85% nesta manhã de uma arrancada vista imediatamente, após a divulgação dos números de inflação. Contra divisões de países emergentes, como rand sul-africano, peso chileno e peso mexicano, o dólar também saía como claro vencedor nesta sessão.

Juros mais altos na maior economia do mundo tendem a beneficiar o dólar porque impulsionam os retornos da dívida soberana norte-americana, a mais segura do mundo. O Fed já elevou os custos dos preços em percentual desde 0,75 desde março deste ano.

Ao mesmo tempo, risco de risco de aflorar a possibilidade de entrar em risco mesmo de risco de risco de aflorar a possibilidade de entrar em risco mesmo de risco de risco de aflorar a possibilidade de entrar em risco mesmo de risco de risco de aflorar o apetite, capital de ativos mais arriscados, como moedas de países emergentes.

No mercado local, às 11:04 (de Brasília), o dólar à vista avançava 1,74%, a 5,0023 reais na venda, rondando os maiores patamares do dia e abandonando os iniciais iniciais depois dos americanos-americanos.

A última fez que o dólar fechou um pregão acima do nível psicológico de 5 reais foi no último dia 15, quando ficou em 5,0507 reais.

Na B3, às 11h04 (de Brasília), o contrato de dólar futuro do primeiro vencimento subia 1,96%, a 5,0300 reais.

Com desempenho desta sexta-feira- ponto final da sexta-feira do norte, segunda feira 7,7% acima da última-feira da moeda norte-americana, de 4 reais, a caminho de marcação uma semana seguida no azul, depois que temores sobre o crescimento global, perspectivas de forte aperto nas economias principais e riscos econômicos a investidores nos últimos dias.

O dólar estava 8,5% acima da cotação mínima para este ano, de 4,6075 reais, atingido no início de abril, embora ainda acumulasse baixa de 10,3% em 10,3%.

O dólar negociado no mercado interbancário fechou uma sessão em alta de 0,53%, a 4,916 reais na venda.

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