PF apreende R$ 1 milhão em mala durante ação contra tráfico de drogas

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Goiânia – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (9/6) a Operação Controle Químico, visando combater organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em quatro cidades de Goiás. Na casa de um dos suspeitos na capital, a equipe de investigação apreendeu aproximadamente R$ 1 milhão embalado em uma mala.

Veja vídeo abaixo:

No total, 70 policiais federais estão cumprindo 31 mandados judiciais expedidos pela Justiça. São 14 mandados de prisão temporária contra pessoas indiciadas pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de 17 mandados de busca e apreensão.

Em Goiás, a operação é realizada em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Bela Vista e Acreúna. De acordo com a Polícia Federal, a operação também está em andamento no Pará, nas cidades de Rio Maria e São Félix do Xingu.

As investigações constataram que uma suposta empresa de fachada adquiria produtos químicos controlados e os repassava ao suposto grupo criminoso especializado no narcotráfico.

Insumos como fenacetina, cafeína, lidocaína, benzocaína e ácido bórico, que tem a comercialização no Brasil fiscalizada pela Polícia Federal, eram vendidos a supostos narcotraficantes.

Batismo

Depois, segundo a investigação, os produtos vendidos eram utilizados no “batismo de cocaína”, um processo por meio do qual produtos químicos são adicionados à cocaína pura para aumentar a quantidade da droga e maximizar o lucro dos vendedores.

Os produtos químicos desviados possuem a forma de pó branco e causam efeito anestésico ou estimulante do sistema nervoso central. Por isso, esses insumos são misturados à cocaína pura, permitindo que o traficante aumente o volume da droga e, ao mesmo tempo, dê ao usuário a falsa sensação de que está adquirindo uma droga de “boa qualidade”.

Em apenas um ano de atividade, segundo a investigação, a empresa fiscalizada adquiriu mais de 17 toneladas de produtos químicos destinados ao tráfico de drogas. De acordo com a Polícia Federal, nem mesmo os cinco maiores laboratórios farmacêuticos do país realizam aquisições de tamanho vulto em espaço tão curto de tempo.

Além dos responsáveis pelo desvio de produtos químicos, a Polícia Federal também identificou os indivíduos que realizavam a lavagem de capitais do suposto grupo criminoso, bem como os adquirentes desses insumos.

O Metrópoles não conseguiu contato da defesa dos suspeitos, já que os nomes deles não foram divulgados pela polícia até o momento em que este texto foi publicado, mas o espaço segue aberto para manifestações.

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