Juíza decretada prisão de suspeito em caso de desaparecimento

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A Justiça decreto, na noite desta quinta-feira (9), a prisão decretada por 30 dias corridos de Amarildo da Costa de Oliveira, 41, conhecido como “Pelado”, preso em última terça-feira (7) pela Polícia Federal. Ele é suspeito de estar localizado após o desaparecimento e o indigenista Bruno Pereira a PF vestígios de sangue em sua localização.

A decisão foi tomada pela juíza plantonista Jacinta Santos durante a audiência de TV de Oliveira realizada na Comarca de Atalaia do Norte (AM). O processo segue em segredo de justiça.

Oliveira foi preso durante uma abordagem por posse de drogas e munição calibre 762, de uso restrito. Ele também estava carregando armamento de caça.

Nesta quinta-feira, a Polícia Federal pediu uma casa de Oliveira, pedido que foi atendido pela Justiça.

Phillips, que é colaborador do jornal britânico O guardião, e Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram pela última vez na manhã de domingo (5), na região da reserva indígena do Vale do Javari, a maior segunda do país vistos, com mais de 8,5 milhões de hectares. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiam sem deixar vestígios.

O indigenista já havia anunciado a informação que foi anunciada pela região, confirmada pela PF, que abriu a investigação sobre essa denúncia. Bruno Pereira estava incluído como colaborador da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univa), uma entidade mantida pelos próprios indígenas da região.

O Vale do Javari concentra 26 etnias indígenas, a maioria com índios isolados ou de contato recente. Além disso, fica na fronteira com o Peru e é rota de circulação do tráfico internacional de drogas. É uma região considerada perigosa pelas autoridades.



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