Gestão descomplicada desponta como o futuro das organizações

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Diante de um mercado, nada melhor do que processos que otimizam as atividades de gestão, com redução nos custos e aumento da produtividade. Apesar das inúmeras vantagens, apenas 10% das empresas de médio porte contam com uma estratégia bem definida para os próximos cinco anos, segunda pesquisa da consultoria Falconi. Portanto, uma gestão descomplicada tem muito a crescer no país.

“O que é de gestão descomplicada nada mais é do que a tecnologia a ser processada. O que temos atividades hoje com pessoas operando certas autorizações, pode ser feito de forma sistematizada, sem retrabalhos, dúvidas ou demais barreiras”, explica Sócrates Cordeiro, CEO da CeosGO, empresa de tecnologia especializada em Programas para gestão

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Computação em nuvem

O gestor da nuvem e de aplicações que permitem a utilização de qualquer dispositivo deve ser cada vez mais comum em qualquer tipo de unidade de negócio, ou qualquer tipo de unidade de negócio. Meta é ter processos ágeis, especialmente a serem, sem estarem com um funcionário que autorize aquilo.

“Toda empresa possui, ou deveria possuir, um planejamento estratégico. Saber quais as metas para daqui a três ou cinco anos e o patamar no qual aquela organização quer chegar. Por isso, as ferramentas tecnológicas mostram como uma grande pessoa, mas auxiliar na tomada de decisão”, reforça o Sócrates.

Empreendedoras trabalhando em novo projeto de startup
A gestão descomplicada é uma tendência que auxilia na redução dos custos, aumento da produtividade e otimização do tempo. Imagem: Shutterstock

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Exibir é essencial

É necessário modernizar os processos, mas também visualizar tudo o que acontece. A mesma pesquisa da Falconi indica que, em média, apenas 14,6% das organizações se baseia em todas as metas em indicadores.

Um dos passos fundamentais que tende a mostrar a esse percentual no futuro é o tempo real que se organiza em diversas áreas.

“Em qualquer empresa o líder precisa tomar decisões em tempo real, e para isso existe um painel de indicadores. Com espera, com fila espera alta, por exemplo, a operação pode muito ver o que é relevante para comentar o hospital está e pode ser muito relevante para uma educação que não comenta alguma área com rapidez e assevera, e só pode tomar uma consideração de importância que comenta alguma área com rapidez e assevera.

Quase como uma “tela de videogame”, é ver o que está ou não está funcionando bem em determinado setor, e assim acionar uma estratégia ideal para melhorar aquele indicador.

Código baixo

Outro conceito que já é realidade no Brasil, é o low code. Nele, mesmo sem um conhecimento de códigos e programação ou com nenhum conhecimento técnico, um gestor pode desenhar um fluxo para a realização de um processo, podendo ser a autorização de férias de um colaborador até mais detalhes.

“Tudo ainda é muito recente, mas contará com um fluxo adaptável ao seu negócio que representa tanto um ganho de tempo quanto de qualidade no trabalho. Muitas soluções falam de ‘redução de custos’, porém, o baixo código dá ao gestor uma possibilidade mesmo de criar sua automação para reduzir seus custos”, finaliza Sócrates.

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