BB reduz para financiamentos de veículos híbridos e elétricos

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Nesta semana, Banco do Brasil comunicado a redução de 0,5% nas taxas de financiamento de carros elétricos e híbridos. Esta medida foi uma expansão do catálogo de produtos divulgado durante a integração do BB, que foi divulgado na Semana do Meio Ambiente.

De acordo com o banco, este desconto é válido para todos os carros elétricos e híbridos (aque dois anos elétricos) que operam com energia elétrica e dois anos novos que operam com energia elétrica de dois anos de fabricação. A partir deste desconto, as taxas de financiamento agora partem de 1,99% ao mês.

É possível financiar nesta modalidade até 100% do valor do carro com um prazo de pagamento que varia de dois a 60 meses e 180 dias de carência para começar a pagar.

O BB acumulou em sua carteira de crédito, até o mês de março ano, um montante de cerca de R$ 4,6 bilhões em financiamento de automóveis. Já no caso de quase oito negócios, esse montante era correspondente a mais de R$ 29 bilhões, respondendo por um terço da carteira total de créditos do BB.

De acordo com o vice- de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Brasil, Antonio Barreto empresarial pelo este desconto deve estimular as pessoas a escolher “diminuam significativamente como presidente de reforço de gases de reforço da empresa” com o “desenvolvimento sustentável do país”.

Existem, várias razões que estimulam este aumento. Confira alguns deles.

Um dos principais motivos para a compra de um carro elétrico é o meio-ambiente. O veículo movido a eletricidade não emite poluentes. Este já deveria ser um decisivo para a compra deste tipo de carro, mas existem também outras razões.

  • Custo reduzido de manutenção

Um outro que a favor dos elétricos é o bem mais reduzido de manutenção em comparação com os carros movidos a conta.

O custo é menor pois não será preciso se preocupar com a troca do filtro de óleo, correia dentada ou filtro de combustível. Portanto, mesmo que os pneus se desgatem mais elétricos, as manutenções de carros podem ser até 30% menos do que os tradicionais.

Este é uma das principais razões para a troca. Mesmo que os elétricos sejam mais caros que os tradicionais AC, uma vez que o JS E-JS1, modelo mais barato à venda no país, um valor em torno de R$ 160 mil, os elétricos proporcionam um custo-benefício muito mais interessante, a começar pelo gasto com combustível.

Paulo Amorim

Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDRonde já cumula vasta experiência e pesquisas, buscando economia, finanças e investimentos.

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