Um mistério do Sol pode ter sido descoberto… a estrela gira internamente

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A dissonância dizia respeito aos elementos moleculares identificados na superfície. As enormes de hélio e eles são mais abundantes do que preveem (Crédito: Reprodução/Pixabay)

O nosso Sol esconde muitos mistérios apesar de dar bilhões de luz à Terra pelo menos desde há 4,54 de anos. Cada vez a humanidade chega mais perto da estrela e descobre algo que desvenda o muito que desconhecemos. O interior deste astro é só por si o maior dos desafios à compreensão e aos estudos que se debruçam sobre o Sol. Os modelos que utilizamos para compreender o interior do Sol têm vindo a clamar por uma atualização há anos.

Agora, uma equipe internacional liderada por cientistas da Universidade de Genebra, Suíça, lançou uma proposta para renovar estes modelos. A chave: o novo modelo tem em conta a rotação interna do Sol.

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Um novo modelo, com uma proposta publicada na revista Nature Astronomy, tenta resolver um problema com duas décadas de existência. O artigo pretende responder a uma questão que surgiu no início deste século, os dados vindos do Sol começaram a ser um contradizer como determinação do modelo solar padrão.

A dissonância dos elementos químicos que podiam ser descritos na sua superfície. As entregas de hélio e modelos são mais abundantes do que os modelos preveem.

Não há confirmação-a-se da teoria que os dados podem ser observados, mas há anos de observações dissonância entre a prática. A teoria teve de ser revista.

Introduzir a rotação

Um dos coautores do estudo explica no comunicado de imprensa publicado pela Universidade de Genebra que o modelo padrão apresenta uma visão “muito simplificada” da nossa estrela.

“Por um lado, ao transporte de elementos químicos nas camadas profundas; por outro lado, em relação ao Departamento e aos campos magnéticos internos, que até agora têm sido ignorantes”, disse Gaël Buldgen, pesquisador da UNIGE.

O Sol é uma grande bola de plasma/gás. Sabemos que a sua superfície está em movimento, o que podemos observar durante décadas. Também sabemos, por exemplo, que a sua superfície gira a diferentes velocidades (mais rapidamente em direção aoquador).

A questão chave, contudo, para a equipe internacional liderada por Patrick Eggenberger, reside na revolução interna.

E o que é que tem a ver com o que é ohélio?
O problema reside no helio e a solucao na rota da estrela. Entre pontos encontram-se os campos magnéticos internos que estão dois geradores. Estes iriam criar correntes internas que ejetariam estes elementos para partes externas do Sol.

O novo modelo é assim capaz de prever a abundância de dois elementos na superfície. Como Egg Egg em uma direção, empurrando também o centro da origem da estrela turbulenta, que impede também o centro da estrela turbulenta mais quente.

O estudo também chama a atenção para as mudanças nas velocidades de execução que podem ocorrer ao longo do tempo. Já sabe que o tem os seus próprios ciclos internos, pelo que isto não é surpreendente.

Porque é que isto é importante?
Patrick Eggenberger explica que a física não é os campos eletromagnéticos que devem ser tidos em conta só ao estudar o nosso Sol também explica que considera a física de uma forma mais geral. Não surpreendentemente, muitos dos elementos à nossa volta que são fundamentais para a vida são “cozinhados” dentro das estrelas.

“O Sol é a estrela que melhor podemos caracterizar, por isso é um teste fundamental à nossa compreensão da física estelar”, disse o pesquisador e líder do novo estudo.



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