Políticos de esquerda e direita copiaram Moro e transferiram títulos

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O ex-juiz Sergio Moro não é o único político que mudou seu domicílio eleitoral neste ano em busca de um cenário favorável para o pleito de outubro. Outros pré-candidatos conhecidos – de direita e da esquerda – também trocaram seus estados para concorrer na eleição deste ano.

São Paulo, por exemplo, é a nova casa de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos). O ex-ministro da Infraestrutura é fluminense, mas morava em Brasília. Ele registrou residência em São José dos Campos para concorrer ao governo do estado como candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

A ex-ministra Marina Silva (Rede) também irá concorrer neste ano como candidata paulista. Natural do Amapá, ele indicou mudança de residência para São Paulo, onde espera ser uma puxadora de votos para seu partido. Ela ainda pode ser candidata a vice de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista.

Mesma situação da também ex-ministra Heloísa Helena (Rede), que deixou Alagoas por terras paulistas para tentar fortalecer a bancada de seu partido na Câmara.

Já a ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves, que tinha domicílio em São Paulo, transferiu seu título eleitoral para Brasília. Ela é cotada para sair como senadora pelo Republicanos do Distrito Federal. Damares ainda cogitou se candidatar pelo Amapá.

A Justiça Eleitoral exige por meio da resolução do TSE n.23.609/19 que candidatos peçam a troca de domicílio eleitoral até seis meses antes da eleição. Neste ano, a data foi no dia 2 de abril, mesmo prazo para troca de partido.

Entretanto, para pedir a troca de domicílio, os candidatos tinham que comprovar que residência há três meses no novo endereço. Ou seja, teriam de dar provas que moram em seu novo estado desde o dia 2 de janeiro .

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