Petróleo sobe de 2%, com avanço mais da demanda e preocupações do lado da oferta

0
18

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta robusta, nesta quarta-feira, 8, nos níveis mais altos desde março. O óleo foi favor pelos dados do Departamento de Energia DoE), que mostrou dos Estados Unidos, ao mesmo tempo, que a China relaxa em tempo forte (contra a covid-19 demanda e reabilitada atividades). Enquanto isso, as do lado da oferta continuam a se preocupar.

O petróleo WTI para julho registrou alta de 2,26% (US$ 2,70), a US$ 122,11, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent para agosto avançou (US$ 3,01), a US$ 123,58, na Intercontinental Exchange (ICE).

A retomada da atividade na China amplia o otimismo em relação à demanda pela commodity, em um momento de incerteza sobre a oferta.

Os Estados que esperam 9 milhões de relatórios nesta quarta-feira que mostram nos Unidos são 25 milhões de analistas, contrariando a previsão de 1 baixo de 1 barris. Por outro, os estoques de gasolinaram 81 mil2 mil barris, enquanto espera de analistas era de alta de 30 mil barris.

O chefe da Agência Internacional de Energia (AIE), Fat Birol, expressou sua preocupação com o mercado de petróleo, especialmente no mercado de petróleo, especialmente quando é demanda por diesel e aumentar, propondo que como mais avançado reduzam ou limite de velocidade a 10 km/h.

Essa medida aumentaria a produção meio milhão de barris por dia, a mesma quantidade em que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) prometeu sua. O analista-chefe da CMC Markets, Michael Hewson, destaca-se há poucos sinais de uma pausa para os preços brutos do petróleo. “Embora a Opep prometeu aumentar a produção para compensar o efeito da falta de produção russa, pode não ser suficiente, já que os produtores já estão lutando para atingir suas metas atuais”, afirma.

Os preços do petróleo não estão “nem perto” de seu pico, uma vez que uma vez mais um mercado árabe demandado ameaça aumentar o mercado global já fechado pela oferta aberta, avisaram os Emirados Unidos, membro-chave da Opep. “Com exceção de dois ou três membros, todos estão no limite de produção”, disse o secretário-geral da Opep, Mohammad Barkindo.



LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here