Economia global crescerá cinco vezes mais que a brasileira, prevê OCDE

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OCDE prevê que a economia brasileira deve crescer apenas 0,6% em 2022 (Crédito: Pixabay )

Mesmo com a redução da previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global, este ano, de 4,5% para 3%, a mundial ainda crescerá cinco vezes mais do que a do Brasil. O estudo para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta quarta-feira (8), prevê que a economia brasileira deverá crescer apenas 0,6% em 2022. Em dezembro, a previsão era de aumento de 1,4 %.

Os fatores que foram divulgados, para a queda da economia brasileira segundo a organização, para a queda da economia do mercado da segunda, guerra e o cenário político para as mudanças de.

“O preço da guerra pode ser ainda mais elevado. O conflito afeta a distribuição de alimentos básicos e de energia, alimentando a alta inflação em todo o mundo, ameaçando particularmente os países mais pobres”, afirma um economista-chefe da OCDE, Laurence Boone, no documento, segundo a BBC News.

No Brasil, este ano, a economia deve crescer menos do que a da Colômbia (6,1%), Argentina (3,6%) e México (1,9%).

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Como as exportações brasileiras de commodities estão crescendo, porém, a inflação deve atingir 9,7%, prejudicando o aumento do consumo.

As incertezas presidenciais devem crescer em relação à economia brasileira até 1%, segundo a DE.

Como crescimento de crescimento são limitadas, com educação e até uso doméstico vem a demanda. Os serviços não emergem e estão sendo recuperados rapidamente o fim do auxílio dos preços.

AOCDE prevê que a inflação deve começar a diminuir com o início da redução das incertezas após o início da redução das incertezas, mas voltar a aumentar no início do ano que vem a incerteza.

A guerra prolonga a produção agrícola na Ucrânia da produção agrícola, como o aumento da produção agrícola e as exportações fertilizantes.

O Brasil, a OCDE, continuar como “segundo formas ambiciosas emprego precisaria para melhorar a produtividade e o emprego sustentável” para manter a sustentabilidade fiscal. Os gastos públicos mais eficientes permitiriam “fortalecer o fiscal no médio prazo, o que criaria espaço para investimentos públicos produtivos e ajudas sociais bem direcionadas, além do reforço da confiança dos investidores”.

“Como a guerra na Ucrânia impulsionou um aumento nos preços, reforço dos programas sociais, reforço dos meios sociais bem direcionados pela proteção da energia e mais reforço da proteção”, defende o estudo.

A OCDE recomenda ainda que o Brasil “reforce adequadamente” como leis que impedem o desmatamento ilegal “para proteger recursos naturais como a Amazônia”.

A entidade que o Brasil explore fontes alternativas, como a eólica e a utilização de motores.



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