“Bóson Axial de Higgs” pode ajudar a explicar a matéria escura:

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Cientistas da Universidade de Boston, nos EUA, uma única de nova partícula, que elespelidaram de “primo magnético do Bóson Higgs”. Não por menos, ela foi nomeada “Bóson Axial de Higgs”. Segundo seus descobridores, a novidade é extremamente relevante, mas por outro motivo: ela pode ser uma candidatura pontual que compõe a matéria escura.

“Matéria Escura”, como já falamos aqui não Olhar Digitalé o componente elusivo que forma uma boa parte do nosso universo. Não interagir com nenhum tipo de mesma natureza –, como sua luz direta pode ser aferida pela sua influência pela sua natureza, por sua luz direta é impossível, e sua aparência pode ser aferida pela influência ela mesma por sua natureza e outras corpos e luz direta.

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O Bóson Axial de Higgs, descoberta por experimento de pequeno porte nos EUA e que pode nos ajudar a entender a matéria negra
O Bóson Axial de Higgs, descoberta por experimento de pequeno porte nos EUA e que pode nos ajudar a entender a matéria negra (Imagem: Nature/Reprodução)

“Quando minha aluna me mostrou os dados, eu pensei ‘Ela deve estar errada’”, disse Kenneth Burch, professor de Física da universidade e chefe de pesquisa do tempo que fez a descoberta. “Não é todo dia que você encontra uma particularidade inédita bem na sua mesa de estudos”.

De acordo com ele, o Bóson Axial de Higgs difere do Bóson de Higgs por ter um “embalo magnético”, ou seja, ele segue uma força ou direcionamento magnético que gera um campo desta natureza à sua volta. O Bóson (não axial, por outro lado) serve para designar massa a outras partículas.

Para entender essa diferença, precisamos de uma característica importante do Modelo Padrão de Física de Explicação de Partes: elas podem ser diferentes de suas forças fundamentais (força nuclear forte, a força nuclear fraca campos, eletromagnetismo e gravidade). Por exemplo: os chamados Bósons Z e W agem dentro da força nuclear fraca, a qual governa o decaimento radioativo em níveis subatômicos.

Quando o universo tinha pouca coisa, o eletromagnetismo e a força nuclear eram uma única coisa, e todas as superfícies eram quase todas as coisas. Quando o caos do universo esfriou, essa simetria foi quebrada, fazendo os Bósons Z e W ganhando em massa e se comportando de forma diferente de outras partículas.

O campo onde essa quebra de simetria ocorre é conhecido como “Campo de Higgs”. O bóson de Higgs (não o Axial, mas o antigo, descoberto em 2012) aparece sempre que uma quebra de simetria desse tipo ocorre. O problema: essa quebra ocorre de forma processual – uma quebra, outra, depois outra, nunca depois. Ou, pelo menos, foi o que pensamos:

“No caso do Bóson Axial de Higgs, parece que várias simetrias são quebradas ao mesmo tempo, levando uma nova forma da teoria e um novo ‘modo de Higgs’ [nome dado às oscilações específicas de um campo quântico dentro do campo de Higgs] que exige múltiplos para descrever’ especificamente, esses parâmetros são ‘direcionamento’”, disse Burch.

O Bóson (comum) de Higgs não interage bem com a luz, então, para estimular sua busca em grandes experimentos, várias partículas são chocadas umas com as outras velocidades inteligentes. É o decaimento dessas partículas que revela a presença de Bóson. Não por menos, nós o descobrimos em 2012 por meio do Grande Colisor de Hádrons (LHC), em Genebra.

No caso Axial, veio quando os materiais se mostraram influenciadores da temperatura do ambiente amântico, imitando as oscilações das vistas no “modo Higg”. Os cientistas por trás do estudo, então, usem o assunto de luz para observar-lo.

O modo Higgs já havia sido previsto para o físico do passado e suas características mais abrangentes já foram usadas para explicar a matéria escura, mas é a primeira vez que ele é observado de forma prática. “De forma básica, nós que explicamos a matéria escura por meio de estruturas que usam experimentos de já existentes, mas produzindo novas partículas para esta finalidade é algo inédito”, disse Burch.

O estudo completo está disponível na revista científica Natureza.

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