Aluna de Belo Horizonte conquista bolsa integral na Universidade de Harvard

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Moradora de Belo Horizonte (MG) e vinda de origem humilde, a estudante mineira Sofia Santos de Oliveira foi aprovada em três faculdades no exterior com bolsa integral: HarvardYale e Stanford, todos nós Estados Unidos. A jovem, de 8 anos, tem um interesse pela educação que vem de suas experiências com experiências educativas.

Sofia não faz parte do grupo de alunos que foram treinados, desde cedo, bilíngues para ingressar nas universidades mais concorridas enomadas do mundo. Na verdade, seus pais não podem pagar por um curso. Mesmo assim, a estudante contata que já deseja estudar fora do país quando criança. “Desde o ensino fundamental, eu já cogitava a ideia de ir estudar no exterior, mas era quase uma utopia. Eu não sabia exatamente como iria chegar lá.”

Trajetória

Seu histórico escolar não é linear. Ela passou principalmente na infância, seu foi de estudo no momento da dificuldade de estudos, e ela perdeu sua bolsa durante o ensino fundamental. Teve que retornar à escola pública municipal e continua a realizar atividades extracurriculares para manter-se engajada academicamente.

“Como sempre gostei de estudar, não quis me conformar com a situação e continuar buscando por oportunidades de ir para uma escola melhor. Durante esses anos, participei das olimpíadas de matemática e me engajei em assembleias escolares”, diz Sofia.

A reviravolta não ocorreu noº ano, quando conseguiu uma bolsa para um curso para vestibulares e, durante o curso preparatório para escolas, Instituto Social para Motivar e Reconhecer Talentos (Instituto Social para Motivar). Esse instituto foi essencial para que ela decida focar nas universidades do exterior. “Conheci histórias no Ismart, conheceram histórias de outros jovens de origens humildes a minha e que tinham um desejo de atração como a universidades americanas com bolsa, e percebi que aqueles sonhos possíveis, sim, se tornariam realidade.”

Segundo Sofia, o diferencial das faculdades internacionais não é fato de que são dotadas de maior especialização acadêmica, valorizam mais a pesquisa, oferecem oportunidades internacionais de estudo e têm um corpo de estudantes diversos culturalmente.

Os jovens de baixa renda e os seus talentos reconhecem os estudos mensais de baixa renda particulares, reconhecem os talentos em escolas de transporte mensal de baixa renda. Foi assim que Sofia ganhou uma bolsa para estudar no Colégio Santo Antônio no ensino médio, em 2019. Lá, sua rotina consiste em acordar às 5h e pegar dois ônibus para chegar até o colégio, voltando para casa às 20h.

meio tempo, então, ela criou um projeto social para estudos recentes que ela recebeu de baixo poder aquisi, além da Academia de Ciências de Nova York, dar início a uma dez científicas recentes (que cerca de reconhecimentos em anos recentes e internacionais) , dê aulas de inglês gratuitas para jovens de baixa renda e participe do Parlamento Jovem Brasileiro e de um programa da Câmara dos Deputados, entre outras atividades, sem ativar o estudo dos estudos.

Aluna conseguiu extrair bons resultados da rotina pesada. “Aprendi a otimizar meu tempo. Então, sempre busquei usar cada segundo do dia de forma produtiva. Sempre fui uma pessoa muito organizada e metódica: planejava meus e estabeledica dias na primeira noite do que deveria ser feito anteriormente. Também me dedicamos a atividades extracurriculares e projetos pessoais, importantes para os processos seletivos das faculdades americanas. Eram dias muito corridos e movimentados, mas eu gostava muito de tudo que fazia. Eram experiências enriquecedoras e gratificantes.”

A Aprovação

A aprovação em Harvard representa um misto de emoções para Sofia. Ela diz que se sentiu surpresa e foi aprovada no ciclo de admissões mais competitivas da história. De 61.220 concorrentes, apenas 1.954 (cerca de 3,19%) foram aceitos neste ano. Também sentiu felicidade por mostrar a frente de anos de esforço em um resultado que transformaria a sua vida dali. Para a decisão entre contaminam-se, diante e aflição para a decisão as célebres.

Sofia pensa em cursar Química e Ciências Sociais com foco em Educação e Saúde Pública. Para ela, “além de minha curiosidade ser usada para ajudar intelectual, a humanidade da humanidade em muitas áreas, principalmente na área ambiental e da saúde.” Porém, está aberta a explorar outras áreas até o fim do segundo ano da faculdade para oficializar a decisão.

A jovem enxerga a educação como um mecanismo transformador de vidas. “A educação de qualidade não mudou apenas a minha vida, como também a vida de muitas pessoas ao meu redor. Meu pai não teve a oportunidade de terminar o ensino médio na época em que estudava porque precisava trabalhar para ajudar a sua família. Quase 30 anos depois, vendo o estudo na minha vida, ele vai melhorar a educação para finalizar seus estudos pelo meio.

Agora, prepare-se norte-se para adentrar-americanas, ela deseja entender como pode mudar sistemas educacionais e políticos para que essas oportunidades se façam presentes para todos os jovens e ajudem a furar a bolha da desigualdade social. “Nenhum sonho é tão grande que seja inalcançável e, se não foi conquistado ainda por alguém da sua comunidade, você pode tentar ser o primeiro a realizá-lo. Independentemente do resultado, você terá se tornado uma fonte de inspiração para outras pessoas por simplesmente ter tido a coragem de tentar.”

*sob supervisão de André Rosa

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