Mais de 50% dos pacientes têm distúrbios do sono e fadiga

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Raça, obesidade e transtornos de ansiedade são fatores que contribuem para as sequelas (Crédito: Pixabay)

Nos Estados Unidos, quase todos os pacientes com Covid longa tiveram distúrbios do sono e fadiga após a doença. Raça, obesidade e transtornos de ansiedade são fatores que contribuem para as sequelas.

O levantamento faz parte do publicado da Cleveland Clinic, na revista Sleep e apresentado esta semana na reunião Sleep que reúne especialistas2 em sono, na Carolina do Norte.

Como de 9622 pacientes, que se recuperam da doença 2021, entre os pacientes, 2021 e 21,8%, 21,8%, 21,8%, 21,8%, outros pacientes, apresentaram alterações severas. Em relação aos distúrbios do sono, 8% avisaram ter comprometimentos graves e em 41,3% como mudanças foram moderadas.

Segundo a pesquisa, pacientes com índice de massa corporal alto, negros e com transtorno de ansiedade semelhante a distúrbios de sono moderados a graves.

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“Dificuldades do sono são sintomas altamente prevalentes e debilitantes em pacientes com sequelas relatadas pós-aguda de Covid-19”, disse o especialista da Pena Orbea em sono da Cleveland Clinic.

“Nosso estudo sugere que a prevalência de distúrbios do sono moderados a graves é alta e que a raça negra maiores chances de sofrer distúrbios do sono moderados a sepulturas, destacando a importância de entender os determinantes da raça dos distúrbios do sono para desenvolver intervenções”, completa a médica.



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