Conheça a “Teoria do Universo Espelhado” e veja como ela pode resolver a crise na Cosmologia

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De Parque Sul ao universo cinematográfico da Marvelnós estamos cheios de referências à teoria dos universos paralelos: a ideia de que, em algum lugar, uma versão de nós conseguida na primeira alta do bitcoinou não teve coragem de chamar aquela menina da faculdade para sair ou, ainda, designada como nossa outro gênero ou casou-se com uma pessoa totalmente diferente é algo que atiça no primeiro pensamento.

O que poucos se dá conta é que essa também é uma curiosidade que prevalece nos estudos científicos – especificamente, um Cosmologia, que muitos vão reconhecer como pesquisas, entre outras coisas, das partes mais teóricas e abstratas do espaço. E, de acordo com essas um novo estudo, são justamente questões que podem ajudar a resolver um problema conhecido como “Tensão Cósmica”.

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A ideia de universo espelhado nos é muito na ciência científica, conceito amplo e preciso na ciência, em campos de física de uma matemática comum ao mesmo, mas muito abstratos
A ideia de um universo espelhado nos é muito na ciência científica, conceito amplo na ciência teórica, em campos de matemática matemática ao mesmo comum, mas muito comum (Imagem Stockbym/S)

Tensão o quê?

Explicando de uma forma simples, o problema da matemática da tensão cósmica deriva da “Constante de Hubble”, uma aproximação posicionada por Edwin “meu-sobrenome-virou-telescópio1929 em velocidade de expansão do universo ou, em termos numéricos6, em alguma coisa entre 74 km/s/s/megaparsec: milhas-por-megaparsec. E cada megaparsec é igual a 3.260.000 anos-luz.

Ainda com a gente? Ótimo, porque esses números não importam tanto aqui. O foco aqui é no “entre”. A medida foi estabelecida pela Constante de Hubble não é um valor exato porque, bom, os astrôno número da época contatamos para evoluir os métodos de cálculo a ponto de atingirmos um preciso. E nossos produtos evoluíram bem demais. Tão bem que a cabeça a encontrar contradições de desordem.

Por exemplo: o espaço, ao mesmo tempo, pode se contrair e se expandir; e ao mesmo tempo, ele pode ter uma forma achatada, côncava (uma curva positiva) ou convexa (uma curva negativa). O universo está, ao mesmo tempo, se expandindo…mas também…contraindo?

Essa dissonância de que nós entendemos o continuum espaço-temporal em três dimensões (“se ​​algo está crescendo, por definição, não está aumentando a percepção estándo”), mas não explica o nosso universo. E aí que a teoria de universos espelhados entra em cena.

O entendimento da Física é o de que, para toda matéria, existe antimatéria.  E no caos do Big Bang, para onde foi toda a antimatéria simétrica à matéria despejada no universo?  A resposta pode estar... em outro universo
O entendimento da Física é o de que, para toda matéria, existe antimatéria. E no caos do Big Bang, para onde foi toda a antimatéria simétrica à matéria despejada no universo? A resposta pode estar… em outro universo (Imagem: NikoNomad/Shutterstock)

testes de laboratório, nós Em criar matéria. Mas ao mesmo tempo, junto dela veio a antimatéria. Extrapolando isso para o universo, a matéria despejada é grande e hoje nasceu como “espaço”. Sendo assim, por simetria, para onde foi toda a antimatéria?

A premissa é a de que o universo foi formado como um par – matéria e antimatéria. Com base nisso, um tempo composto por Francis-Yan Cyr-Racine (professor adjunto na Universidade do Novo México), Fei Ge e Lloyd Knox (Universidade da Califórnia-Davis) descobriram em novo estudo que podem aplicar esses algo chamado de “parâmetro unidade”. Explicação de forma resumida, garantias onde todas as partes estão indicadas se cancelam. Em outras palavras, uma mudança fixa, porém constante, que sempre dá o mesmo resultado independente de quais unidades você usa.

Em termos práticos: o sonho de todo físico teórico.

Mas o que o Universo Espelhado tem a ver com isso?

Estamos lá chegando. O tempo maior que uma unidade, ao ajustar os principais modelos cosmológicos para igualar as taxas de expansão, a maior parte dos “parâmetro sem unidade” se mantém igual, o sugere simetria subentendida no orçamento. Ao usar a forma mais aberta, a probabilidade escalar a taxa de queda de forma clara e gravitacional de dispersão de fótons (essencialmente, o nome da “métodos”) de forma que os diferentes de cálculo da Constante de Hubble semper concordam entre si.

Tirando o universo: esta concordância apenas aceita, implica a existência de um universo ao nosso, e que nos quase espelhado por meio de um universo espelhado “puxão gravitacional”.

E onde está o Universo Espelhado?

Bem…lugar nenhum. E em todo lugar. Tudo isso é, neste momento, uma conjectura interessante, mas ainda impossível de colocar em estudo prático. Como prova de conceito, é uma boa ferramenta para nos ajudar a resolver os problemas da Constante de Hubble. Mas para ir além disso, os modelos cosmológicos devem evoluir – muito – antes de chamar essa ideia de “solução”.

Mas convenhamos, se a sua versão espelhada estiver por aí, você quer mesmo descobri-la? Se ela for incrivelmente boazinha, isso pode dizer que você é quem é o maligno, ou então você descobre em uma versão tão ruim que assusta sua atual bondade.

GIF do filme 'Doutor Estranho no Multiverso da Loucura'
Apesar de uma versão com esse cavanhaque de milhões seria muito bem-vinda… (Imagem: Marvel Studios/Reprodução)

Melhor deixar as coisas na esfera de influência da gravidade mesmo…

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