INSS: Cálculo da aposentadoria para quem teve dois empregos de todas as contribuições; entender

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o Tribunal de Justiça da aposentadoria para o trabalhador que trabalhou em mais de uma atividade considerada como contribuições previdárias registradas no sistema, o teto da atividade profissional INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O Sérgio Kukina, relator do caso, se baseou na Lei 9.876/1999, que alterou a metodologia de avaliação da aposentadoria, agora, considerando todo o histórico de contribuição do seguro.

“Lí Período Básico de Contribuições Substanciais realizadas (PBC), como proposto pela Lei 9.876/199, passou a possibilitar a aprendizagem de que, concomitantemente, as atividades realizadas somadas para se estabelecer o efetivo e não correto pagamento-de-benefício, não existe mais pagamento de benefício que melhor retrate o histórico do espaço contributivo do artigo 32 da Lei 8. segurado”, disse o ministro, em nota do STJ.

Neste sentido, as contribuições previdenciárias relativas aos dois empregos podem ser usadas para o benefício da aposentadoria o benefício após novembro de 1999.

Sendo assim, o caso de uma aposentadoria mensal foi liberado dessa data, e a renda do vínculo empregatícios será menor. Isso foi considerado ocorre porque um outro recolhimento.

Posto isto, é importante que o segurado tenha dois durante sua vida e não complemento de emprego do teto da previdência, ter tido o benefício concedido até 17 de junho de 2019 revisão do valor.

Como se aposentar por idade neste ano de 2022?

Atualmente, um aposentadoria por idade é uma das mais solicitadas. Por conta disso, é necessário que fique atento as mudanças na categoria trazidas com a Reforma da Previdência realizado em 2019.

Neste ano de 2022, a idade mínima para se aposentar por idade continua sendo de 65 anos para os homens. Todavia, para as mulheres, a idade sofre um aumento de 6 meses com relação ao ano passado e, este ano, a idade mínima para elas é de 61 e 6 meses.

A princípio, é importante destacar que para ambos os sexos, o tempo mínimo de contribuição é de 15 anos. Lembrando período a contribuição realizada em cada mês, pode ter sido isso porque contribuições foram feitas de forma irregular.

Aposentadoria por idade antes e depois da reforma

Antes da reforma previdenciária, a aposentadoria por idade exigia 65 anos para homens e 60 anos para mulheres, além de tempo mínimo de 15 anos de carência. O cálculo era feito com base na média de contribuições desde 1994, aplicando-se o coeficiente e o divisor.

Após a reforma, novas regras, especialmente para as mulheres, que só podem se aposentar pela modalidade com a idade de 62 anos (a partir de 2023). Os homens permaneceram com a exigência de 65 anos.

Tempo de contribuição contínua a ser de 15 anos e, para os homens que entraram para a previdência social depois de novembro de 2019, passou a ser de 20 anos.

O cálculo da aposentadoria por aplicação também alterada, uma vez que não há mais mudanças no divisor mínimo. Agora, a mídia ainda é feita em cima das contribuições para as mulheres desde julho de 1994, porém, com aplicação até o coeficiente de 60% para homens.

Também, somase 2% a cada ano que 15 anos para a mulher e 20 para os homens. Apesar do comitê ser menor, a exclusão do relatório mínimo pode beneficiar principalmente quem tem poucas contribuições depois de 1994 e mais contribuições depois deste ano.

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