Lira diz que Câmara vaipertar’ governo sobre’a ajuda aos combustíveis

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)afirmou que a Câmara vai “apertar” o governo federal para que decida sobre uma política de ausencia aos comercios. O objetivo é tentar reduzir o preço dos produtos químicos nas bombas ao consumidor final, ainda mais em ano eleitoral.

A declaração foi dada em entrevista à RecordTV0 divulgada nesta segunda-feira (3).

“Nós vamos apertar essa semana o governo para que ele decida por fazer ou não o apoiar no combustível. É importante, todo mundo está fazendo. Os governos dos países estão dando excepcionalmente a alta dos produtos químicos avançados que brasileiro é um problema mundial na vida de qualquer”, disse.

A questão de um eventual debate deve ser resolvida antes de se tratar de um fundo de discussão.

Semana, a Câmara, a redução da energia, devota ao menos a composição de bonde pela Petrobrás e à redução da tarifa de energia deve ser aplicada a três projetos de preço justos pela Petrobras e à redução da energia deve sobre como reajustes de combustível refinados.

A ação acontece em meio à discussão e votação possível no Senado de projeto de lei que limita alíquota de ICMS para transporte público, comunicação, energia e combustível.

O texto já aprovado na Câmara sofre de governadores e prefeitos por resistência de pessoas conhecidas de arrecadação. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pretende colocar o projeto para votação direta em plenário em junho.

“É um engodo [a eventual perda de arrecadação] que os governadores estão vendendo para caixas abarrotados, segundo um jornal de grande repercussão, com mais de R$ 320 bilhões de acumuladores. Os estados aumentaram do ano passado para esse de mais de 40% de aumento de arrecadação em cima de um ano que se arrecadou demais, que foi em 2021. Então, é a arrecadação crescente a cada momento”, disse Lira.

Lira voltou a se posicionar a favor da privatização da Petrobras. Para ele, a empresa “se esconde atrás do fato de o governo federal ser [acionista] majoritário para que todo o desgaste seja do governo federal e não dela”.

“A favor da privatização eu sou, porque há muito tempo a Petrobras, para mim, perdeu o seu cunho social, estrutural, de investimentos no Brasil, de ser o polo puxador e de tração para obras estruturantes. Não temos nada no prazo da Petrobras a curtíssimo prazo”, a declarada.

No entanto, disse não acreditar que a privatização da Petrobras seria possível agora “pela polarização” e pela necessidade de grande apoio no Congresso Nacional – ao menos 308 deputados financiadores.

Ele então defendeu a aprovação de um projeto que permite ao governo vender ações da Petrobras e deixa de ser sócio majoritário da estatal.

Sobre a reforma tributária, em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Lira afirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “pode ter dificuldades num ano de polarização eleitoral” e não descartou que a Câmara ainda analisa o texto na Casa sobre o mesmo tema.

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