Se você está explorando diferentes opções de investimento, provavelmente já se deparou com exemplos de renda fixa.

Este não é um investimento único, mas uma categoria de investimentos que inclui vários ativos.

Neste artigo, você aprenderá o que é investimento em renda fixa, como ele funciona, os tipos existentes e como escolher o melhor tipo para você.

Conheça a renda fixa

Em geral, é um investimento que já se sabe o quanto ele vai render no momento da compra.

Você pode não saber exatamente quanto vai receber ao final do período em que seu dinheiro foi investido, mas sabe que haverá algum rendimento conforme um indicador especificado no momento da aquisição, como é o caso de porcentagens estabelecidas, Selic ou CDI.

Esse tipo de investimento costuma ser o mais recomendado para quem é iniciante no mundo investidor e tem menor disposição a correr riscos, bem como para a criação de uma reserva de emergência.

Isso ocorre porque os riscos associados geralmente são menores do que outros tipos de aplicações e o resgate tende a ser mais facilitado.

Do lado oposto da renda fixa está a renda variável, composta por diversos produtos como:

  • Ações;
  • Fundos imobiliários;
  • ETFs (Exchange Traded Funds);
  • Criptomoedas.

A renda variável é altamente dependente de eventos econômicos, geopolíticos, de mercado e flutuações diversas no desempenho de empresas de controlador de acesso de capital aberto.

Por conta disso, ela pode gerar retornos mais altos e perdas econômicas para os investidores. Em outras palavras, é um investimento mais arriscado do que a renda fixa.

Saiba quais são os tipos de renda fixa

Há diversas opções de investimento em renda fixa. Por exemplo, se você está buscando fazer uma reserva de emergência, poderá precisar desse dinheiro a qualquer momento. Portanto, precisa de uma aplicação com liquidez imediata.

Já se você almeja juntar dinheiro para estudar controle tecnológico de solos no exterior no futuro, considere um investimento de médio prazo, que traz uma melhor rentabilidade, mas pode demandar mais tempo para render ou poder retirar o investimento.

Ou, se você está planejando uma aposentadoria tranquila, o cenário de investimento deve ser de longo prazo.

A seguir, vamos descrever como funcionam os tipos mais comuns de investimentos de renda fixa.

  1. Poupança

A poupança é o modelo mais lembrado e utilizado pelos brasileiros. Para começar a investir, ou poupar, basta ter uma conta corrente em qualquer banco ou criar uma conta exclusivamente para a poupança.

A poupança está isenta de imposto de renda pessoal, mas os retornos podem ser menores do que outros investimentos em, como é o caso da bolsa que disponibiliza empresas de preço piso laminado colocado

Para que haja rentabilidade, o valor deve ficar disponível na conta por pelo menos 30 dias. Isso porque ela leva em consideração o valor depositado no aniversário de renda mensal.

Isso significa que, se você retirar uma parcela antes disso, o rendimento será apenas para as contas restantes e uma porcentagem do valor retirado.

  1. Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa de compra e venda de títulos federais que democratiza o acesso das pessoas a esse tipo de investimento e permite que elas invistam a partir de R$30,00 na moeda corrente. 

Além disso, é 100% garantido pelo Tesouro e é considerado um dos investimentos mais seguros do país, sendo assegurado.

A plataforma Tesouro Direto oferece oportunidades de investimento com diferentes tipos de rentabilidade, prazos e recompensas.

Portanto, com essas informações em mente, você pode escolher a opção que faz mais sentido para você.

Geralmente, estão disponíveis três tipos de títulos com rendimentos diferentes: Remuneração fixa (rendimento fixo), Tesouraria Selic (os rendimentos estão atrelados à taxa Selic) e Tesouraria IPCA (sempre fornecem rendimentos acima da inflação). 

Você pode fazer uma simulação comparando títulos na página oficial do Tesouro Direto.

  1. CDB (Crédito de Depósito Bancário)

Os CDBs são fornecidos principalmente por bancos. Ao investir em um CDB, você está efetivamente emprestando dinheiro a uma instituição financeira para que possa conceder crédito a outras pessoas. Em troca, ela oferece uma taxa de juros.

Vários tipos de CDB estão disponíveis no mercado com diferentes vencimentos e rendimentos. Geralmente, nesse modelo de contratação há liquidez diária.

Contudo, se você precisar de recursos dentro de um determinado período de tempo, certifique-se de verificar a data de vencimento do título ao comprar o CDB.

Além disso, converse com o departamento de investimentos do seu banco ou com a corretora para saber o que faz mais sentido para você.

  1. Fundos de Renda Fixa

Os fundos de renda fixa funcionam como uma espécie de condomínio, atraindo pequenos investidores para acessar as melhores taxas de juros do mercado em diferentes produtos.

Eles geralmente consistem em uma variedade de renda fixa, que é uma combinação de títulos, taxas flutuantes e títulos híbridos, para equilibrar a carteira de modo a garantir a rentabilidade em diferentes cenários, sendo adquiridos em conjunto.

Os participantes se tornam acionistas e têm o direito de obter rendimentos correspondentes às ações da linha de transmissão.

Ao agrupar diferentes títulos, os fundos de renda fixa não definem anteriormente a rentabilidade.

Antes de investir, verifique como o fundo funcionou no último ano. Mas atenção, essa análise não garante rentabilidade futura, mas é possível entender seu desempenho e tentar prever seu desenvolvimento.

Como escolher uma modalidade de renda fixa?

Agora que você já sabe o que são títulos e como eles funcionam, precisa entender o que considerar na hora de escolher um investimento. Confira os pontos importantes para isso a seguir.

Identifique a finalidade do seu investimento

O objetivo do investidor é a chave para entender se um investimento em renda fixa faz sentido ou não para compor a carteira.

O primeiro passo é definir sua meta: montar uma reserva de emergência para a empresa de desentupimento 24 horas, comprar imóveis, adquirir um automóvel, entre outras.

Portanto, certifique-se de saber exatamente no que está investindo. Essa consideração o ajudará a avaliar se o investimento atende às suas metas e decidir qual modalidade escolher.

Além disso, é preciso considerar a necessidade maior ou menor de rentabilidade, bem como a reação a riscos.

Tenha prazos

Ao investir em reservas de emergência, é importante escolher uma aplicação onde o capital esteja sempre disponível. Isso permite resgatar seu dinheiro e usá-lo em situações mais urgentes.

Por outro lado, se o investimento visa a aquisição de uma maquina de fazer velas preço para renda extra, por exemplo, geralmente a compra pode levar mais tempo ou mesmo ter um prazo pré-determinado.

Neste caso, você pode procurar opções com vencimentos mais longos, rentabilidade mais atrativa e baixa liquidez. 

Por isso, entenda como a definição de prazos pode te ajudar a tomar decisões mais qualificadas em relação aos produtos disponíveis.

Eleja os melhores indicadores

Muitos investidores acreditam que precisam escolher uma métrica para estimar qual investimento gerará o maior retorno.

No entanto, ao comprar títulos ou alternativas híbridas, você não pode dizer qual é mais lucrativo.

Então, é uma boa ideia mudar de foco e tentar proteger sua riqueza. 

Nesse sentido, por exemplo, se você quer se proteger da inflação, títulos vinculados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) podem ser mais atrativos.

Já os títulos de taxa fixa podem ser mais adequados se você quiser evitar flutuações nas taxas de juros de longo prazo.

Por outro lado, se você quiser acompanhar a taxa básica de juros da economia, títulos atrelados à Selic podem ser mais interessantes.

Além disso, é importante entender o período de tempo em que cada indicador é mais útil.

A Selic ou o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) podem ser utilizados para aplicações de curto, médio e longo prazos.

No médio e longo prazo, as alternativas de títulos tendem a ser mais adequadas. O IPCA, por outro lado, geralmente foca em opções de longo prazo.

Avalie o emissor

Agora que sabemos o que é mais relevante para a estratégia, precisamos analisar as características do emissor do ativo. Afinal, a qualidade dele é crucial para a segurança de sua aplicação.

Como você pode ver, o governo federal é considerado um grande pagador e pode imprimir dinheiro. Por isso, é o emissor que oferece menos risco.

Para títulos corporativos emitidos por instituições financeiras, é necessário considerar o tamanho e as condições da empresa, bem como o histórico.

Essa avaliação é ainda mais importante para garantias de empréstimos privados, pois os riscos são altos.

Nesta situação, vale a pena confiar nas classificações de risco que são atribuídas por instituições, como é o caso da B3, Standard & Poor’s, Moody’s e Fitch. 

Níveis quase especulativos, por exemplo, aumentam o risco e podem exigir atenção adicional ao investir.

Analise sua tolerância a riscos

A realidade do mercado de venda de nobreaks, do setor de varejo ou mesmo de um banco privado específico é importante, mas não é o único fator para encontrar o melhor investimento em renda fixa.

Também é importante saber o que faz sentido para sua estratégia, o que exige que você entenda o nível de risco que está disposto a correr.

Para isso, é necessário identificar o perfil do investidor. 

Esta classe, de renda fixa, é adequada para todos os perfis investidores – diferentemente da aplicação em ações de empresas como de junta velumóide que ocorre por meio da bolsa de valores, afinal, por conta da flutuação do mercado, a bolsa apresenta mais riscos e é indicada para perfis mais arrojados.

No entanto, apesar da renda fixa ser um investimento mais versátil entre os perfis, certos títulos exigem uma tolerância um pouco maior ao risco.

Por exemplo, títulos híbridos podem ser adequados para investidores com tolerâncias de avaliação de mercado médias ou fortes. Ou seja, que aceitam correr mais riscos de perder o investimento em contrapartida da oportunidade de ter um melhor rendimento.

O mesmo se aplica às garantias de empréstimos privados que não são cobertas pelo FGC.

Conclusão

Como ficou evidente, investir em renda fixa exige muito planejamento e pesquisa prévia, mas ainda se mostra uma das principais opções para quem deseja ampliar a renda de forma mais segura, comparado a outros investimentos, ou ter uma reserva de emergência.

Por isso, pesquise as opções existentes, avalie sua tolerância à risco e defina seus objetivos de curto a longo prazo, de modo que consiga montar uma carteira mais efetiva para alcançá-los.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.