Diferença artificial de etnias por meio de inteligência exames de raio-x

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Todo dia surge uma notícia nova sobre alguma proeza da danadinha da Inteligência Artificial. Nesse sentido, a última da vez é que um sistema alterou as etnias das pessoas olhando apenas um exame de raio-x.

Exatamente, vendo apenas os ossos do indivíduo, a ferramenta identificada se ela é negra, branca ou asiática, por exemplo. Durante a empreitada, a Inteligência Artificial teve uma precisão de 90%, bem alta nesse ramo. O estudo científico que gostou desse processo é de autoria de pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), publicado na revista Lancet.

Fonte: CDC/Unsplash

Nem ser humano consegue!

A princípio, se você fizer um exame de raio-x e entregar para um médico experiente, é muito difícil que ele possa dizer qual etnia você é. No entanto, cientistas estadunidenses montaram um sistema que faz essa diferença.

Basicamente, a construção dessa Inteligência Artificial se deu por aprendizado profundo (aprendizado profundo). Nessa técnica, o computador passa por um treino para realizar tarefas que seres humanos realizam. Entre elas, reconhecimento de fala, identificação e identificação de imagens. Esta última é o pilar da rádio-x que está intrigado analisando os métodos

Durante os testes, os pesquisadores alimentam o sistema com imagens de raio-x do tórax, dos braços e das pernas. Além disso, a Inteligência Artificial também recebeu exames de tórax e mamografias. Nesse processo, os cientistas usaram uma série de pessoas na emissão dos raios-x.

Fonte: Sérgio Franco

A propósito, uma equipe de estudo impede que o sistema tenha acesso a qualquer informação que indique a etnia da pessoa, como cor de pele e de cabelo. Também houve cortes nos dados ligados a tamanho dos seios e Índice de Massa Corporal (IMC).

Ainda assim, a Artificial apresentou uma precisão de 90% na distinção das etnias dos voluntários. Nessa área, essa proporção é considerada muito alta e gera um certo recebimento nos cientistas.

Não prometia nada, mas tudo!

Em síntese, o que intriga os pesquisadores é o fato do modelo conseguir ser tão bem mesmo no deserto de informações que eles criaram. Como se já é algo artificial, mesmo diante de imagens borradas também é igual a isso, mesmo diante de imagens borradas ou não alteradas.

Nesse sentido, o MIT manifestou sua surpresa com a descoberta: “Essa é uma fachada que nem mesmo os médicos mais experiente pode fazer, e não está claro como o modelo foi capaz de fazer isso”.

Inclusive, de início, professora Marzyeh Gasami estranhau os resultados das exames da Inteligência Artificial. De acordo com ela, parecia que parecia engano nos que o sistema trazia aos dados. No entanto, eles chegaram a uma explicação, o que ninguém sabe.

Fonte: Convergência Digital

Sendo uma das teses é que o modelo está identificando diferenças na quantidade de melanina entre um voluntário e. Todos eles não pensam que estão pensando em um exame-x, nós, eles lá, e uma máquina captando-como talvez. Todavia, isso é só um palpite que precisa de mais estudos para se confirmar.

A propósito, por conta da necessidade de mais estudos, os cientistas entendem que não é hora de implementar essa Inteligência Artificial nos hospitais. Afinal, conforme já dito, é uma máquina que chega a imitar comportamentos humanos, ou que pode incluir preconceitos racistas que circulam na sociedade.

Portanto, a cautela se dá até que seja possível compreender que a Inteligência Artificial usa na medida. Caso contrário, surge o perigo do sistema não servir como uma fonte de dados importantes para a atuação médica, e sim como um propagador de pareceres racistas.

Fonte: Metrópoles.

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