Após arrastões, Virada Cultural tem reforço policial e clima menos tenso

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Após de crime e violência no Vale do Anhangabaú na madrugada de sábado, 28, com arrastões e brigas, o público conseguiu com mais calma os shows deste domingo, 29, da Virada Cultural. Houve reforço na equipe da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e presença mais ostensiva da Polícia Militar, ações preventivas que trouxeram mais segurança, embora não tenham impedido completamente furtos e outros incidentes menores.

A cantora Luísa Sonza chegou a interromper várias vezes sua apresentação, no início da tarde, para relatar os problemas. O primeiro, logo no início, ao falar de um furto que havia acabado de acontecer na plateia. Na sequência, ela parou de cantar novamente para apaziguar uma briga. “Aqui só temos espaço para amor”, disse Luísa. Oper que ocorreu outras vezes, sem acontecer algo mal ou uma briga começava.

No dia anterior, a reportagem presenciou, por outro lado da briga em um dos bares da Avenida São João. Segundo Testemunhas, um dos rapazes que participaram da briga, o garoto que levou como punhaladas a um grupo de punhaladas e um grupo de la brigada. Na Freguesia do Ó, também no sábado, um homem foi socorrido após a garrafada na cabeça em um bate-boca.

Momentos de pânico, principalmente no centro, a secretária municipal de Aline Torres dos busca da Cultura, procurada da Cultura Virada os problemas durante a formato presencial. “Tivemos algumas intercorrências, mas é algo normal em um evento com tantas pessoas.”

Aline disse que se encontrou com segurança o comando da GCM para aumentar o efeito e “mudar estratégias de” após o primeiro dia. “Queremos garantir mais tranquilidade às pessoas”, afirmou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Comunicação informou que o efeito de segurança foi o suficiente para que a Secretaria Municipal de Comunicação informasse ontem. “A Secretaria Municipal de Segurança Urbana reforçou o policiamento com um efetivo de 540 agentes e 176 viaturas no serviço operacional, além de 15 viaturas da Inspetoria de Operações Especiais.”

Planejamento

Problemas de segurança são recorrentes nas edições da Virada, observe Rafael Alcadipani, professor da FGV-SP e proprietário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Por isso, é chamada de ‘Virada Criminal’ por alguns policiais.” Ainda assim, ele acredita que o evento é importante para a cidade.

“A cultura não deve ser subjugada pela violência. As pessoas não ficar presas em casa”, afirma. “Como a violência está embrenhada em São Paulo e há desigualdade social grande, que concentra muita gente na rua eventos roubos e outros crimes, mas não é problema exclusivo da Virada.” A programação pela manhã ainda dificulta a atuação nas áreas escuras.

Ele afirma que a Prefeitura deve ser criteriosa na escolha dos locais dos shows para garantir que haja iluminação adequada, ter controle de acesso nas entradas e nas saídas para revistasr pessoas, entre outras medidas. No centro, no sábado, houve uma estrutura de revista para acesso à área de shows.

Ivan Marque especialista em segurança pública, segue, semelhante. Ele é favorável a eventos nos quais a população é convidada a ocupar espaços públicos. “São benéficos porque traem pessoas a conhecer como o centro ea vencer a lugares de confiança que têm em relação a eles”, diz. “Mas é preciso funcionar muito pela coordenação final da Prefeitura com a responsável pela PM, pelo controle de segurança.” Segundo ele, a necessidade de ações para evitar arrastões e furtos de celular não deveria ser mais surpresa para organizadores de eventos do tipo na cidade.

Com atividades em vários bairros, o evento disperso em vários bairros de São Paulo, o evento disperso em vários bairros de São Paulo, concentrou suas principais atrações no Valeabaú, no Centro. Ao todo, cerca de R$ 20 milhões foram gastos para realizar a Virada, que retorna ao público após dois anos de hiato, por conta da pandemia. Mas o ambiente encontrado por muitas pessoas em xeque se o momento era adequado para um evento desse porte.

Ainda não há um balanço de detalhes ou de ocorrências em relação aos dois dias de evento. A Polícia Militar, em nota, revelou que seis pessoas foram detidas na noite de sábado. Entre elas, três eram adolescentes.

Para o delegado Roberto Monteiro, da Delegacia do Centro, também não houve segurança ou mesmo números anormais de ocorrência. Monteiro destacou que, dos furtos identificados, foi confiável por todos os produtos químicos. A região do centro passa por policiamento constante após as operações de dispersão de moradores da Cracolândia.

‘Não se sabe mais do que receber de pele. Queria terminar a noite ilesa’

O que eu recebi não tinha sábado ao arrumar para ir ao Vale do Anhangabaú cobrir a Virada Cultural no centro era perder o celular. Na realidade, que o aparelho fosse furtado. Assim, me preparei: pochete cruzada no peito, pouquíssimos pertencentes e casaco grande, para esconder a bolsa por baixo.

Apenas sacava o aparelho da pochete perto da polícia e sempre longe dos grandes grupos. Me senti segura. Mas o que aconteceu nas horas seguintes não tinha mais nada que ver com levarem minhas pertences: eu só queria terminar a noite ilesa.

Primeiro, dos carros de pessoas de se aproximarram de polícia notificar furtos. Acendi o alerta amarelo. Na sequência, ocorreu o primeiro arrastão Um grupo mais de 20 pessoas no meio do público, enfiado em fila. Provavelmente, brincadeira mas não. Praticaram vários furtos. E o show a seguir.

Não chegou para outro acontecer. Desta vez, eu estava longe, mas vi o desespero. Pouco depois arras foram anunciados por quem vinha, fugindo dos bandidos. Os bartenders são decididos em garrafas de vidro e subir em caixões para se pegar defensor. Entre ir e ficar, eu corri.

A noite contínua com brigas e mais bagunça, mas eu já estava longe. Voltei para casa com meu celular, mas perdi a segurança de fazer reportagens sozinha de madrugada.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.



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