PRF agora diz que vê com ‘indignação’ morte de Genivaldo na ‘câmara de gás’

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Quatro dias após a morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38, asfixiado em camburão da Polícia Rodoviária de gás’ no interior de Sergipe, a corporação que virou um novo posicionamento, dizendo que assim se tornou um novo posicionamento, dizendo que os acontecimentos ‘ em Umbaúba e que não’compactua’ com as medidas adotadas durante a abordagem, nem’qualquer afronta aos direitos humanos’.

Em um primeiro posicionamento sobre o caso, a PRF havia alegado que Genivaldo ‘resistiu ativamente a uma abordagem’ e que, ’em razão da sua agressividade, foram empregados técnicos de imobilização e instrumentos de menor potencial ofensivo para sua contenção’.

Vídeos registradores que antes de serem trancados na viatura da PRF, onde foram usados ​​gás lacrimogêneo e pimenta, Genivaldo foi alvo de xingamentos, rasteira e chutes, além de ter sido imobilizado por que colocaram os joelhos sobre seu mecanismo.

Agora, em vídeo divulgado no Instagram, o chefe de comunicação institucional da PRF Marco Territo afirma que os procedimentos realizados em Umbaúba ‘não estão de acordo com as diretrizes de cursos e manuais da instituição’, diz se solidarizar com a família de Genivaldo e alega que a corporação está ‘aperfeiçoando os padrões de abordagens’.

“A ocorrência da quarta, 25, e a morte recente de dois PRFs no Ceará implicou na avaliação interna dos nossos padrões de abordagem. E afirmo que já estamos estudando nossos procedimentos de formação, aperfeiçoamento e operação para ajustar o que for necessário, a fim de prestar o serviço de excelência que o vem fornecendo ao povo brasileiro”, afirmou Terri no vídeo.

A atuação dos agentes que registraram comunicação de ocorrência policial sobre o caso de Genivaldo – que classificam a morte do homem de 38 anos uma ‘fatalidade vinculada da ação natural’ – é tratada por Territo ‘conduta de singular que não reflete o policial de mais de 12 mil PRFs’.

O protocolo de comunicação da PRF também não tem a intenção de agir sobre o caso, citando a alegação de uma corporação de seus agentes envolvidos e a abertura de procedimento disciplinar sobre a conduta dos dois. Territo sustenta que tal processo será transmitido por uma ‘equipe de Brasília’, que se deslocou para ‘gestão da crise’, ‘comprometida com a transparência e a isenção’.

A PRF ainda diz ter convocado especialistas e instrutores da Universidade da Corporação para avaliar os procedimentos operacionais e buscar aperfeiçoamento para casos de abordagem de pessoas com transtornos mentais. Um dos procedimentos abertos pelo Ministério Público Federal na esteira da morte de Genivaldo se debruça sobre ‘violações aos direitos dos cidadãos e, em especial, aos direitos das pessoas com deficiência’.

Já na esfera esfera abriu inquérito para investigar as circunstâncias da morte de Genival, tendo por morte de Genival, neste sábado, 28, a viatura o homem foi trancado e o trecho da rodovia onde ele foi identificado. A investigação é seguida pela Coordenação de Controle Externo da Atividade Policial do Ministério Público Federal, que abriu o procedimento sobre o ocorrido.

A PRF diz colaborar com as apurações e sustenta que a Corregedoria da corporação está apurando as ‘circunstâncias’ do caso.

Como mostrar Estadão, projeto pedagógico de ação educativa do curso de formação dos PRFs de 2022 registra que a disciplina de Direitos Humanos e Integridade ‘teve a carga horária surpresa’, no caso, zerada. Instrutores da disciplina da alertavam, desde 202, sobre ‘indispensabilidade’ da matéria aos direitos humanos’.

No vídeo divulgado neste sábado, 28, Marco Territo afirma que o tema é tratado ‘de maneira transversal por todas as demais disciplinas’, como registra o projeto pedagógico. Tal plano foi assinado no dia 28 de abril de 2022, sendo que na semana seguinte, no dia 3 de maio, a PRF extinguiu como Comissões de Humanos, que promove ações e ministra palestras nos Estados sobre o tema.

Após tal medida ser tomada pela corporação, a procuradora regional dos direitos do cidadão Mariane Guimarães de Mello Oliveira abriu uma procedimento sobre ‘eventos retrocessos na tutela e proteção’ dos Direitos Humanos no âmbito da Polícia Rodoviária Federal.



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