Pernambuco registra 44 mortes após chuvas e Planalto deve decretar emergência

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O ministro do Desenvolvimento Regional (MDR), Daniel Ferreira, afirmou em coletiva na cidade de Recife que 44 pessoas morreram, 56 estão desaparecidas, 25 feridas, 3,95 estão desabrigadas e 533 estão desalojadas em Pernambuco desde a última chuva. feira, 24.

Segundo ele, um decreto com reconhecimento federal da situação de emergência pode ser publicado ainda neste domingo, 29, em edição extra do Diário Oficial da União.

O volume de chuvas chegou a 236,01 milhões em alguns locais de Recife durante a madrugada do sábado, 28, e atingiu 70% do volume previsto para todo o mês de maio.

Mais de 32 mil famílias moram em áreas de risco de segurança seguras a procurar em Recife e foram orientados em um local. Pelo menos 2 mil suas casas e foram abrigadas pela prefeitura.

Das mortes pelo menos 20 por conta de um terreno firme, bairro do Ibura, na zona sul do Recife. Duas mortes foram tiradas em Sítio dos Pintos e no Córrego Jenipapo, na zona do Norte. As outras pessoas morreram, morreram na barreira em Camarag região metropolitana.

Segundo Ferreira, embora tenha parado de chover neste domingo, há dias de chuva próximos nos próximos. Ele também lamentou como mortes registradas e afirmou que é importante manter como medidas de proteção, os alertas da Defesa Civil.

“Da parte do governo federal, a primeira etapa para o auxílio do MDR ao Estado e aos municípios é a decretação de emergência pelos órgãos públicos locais. Tanto o governo estadual quanto os municípios vão decretar situação de emergência e inserir no sistema do MDR solicitando o reconhecimento federal da situação”, disse.

O usado editou duas medidas para disponibilizar 1 bilhão de reais que deve ser em do M para ajudar os Estados e as medidas DR medidas pelas chuvas.

Após a decretação de emergência, o ministro afirmou que será feita uma análise de recursos em três etapas. A primeira é para o socorro e a assistência humanitária. Os recursos serão usados ​​para a compra de materiais para higiene, limpeza, compra de colchões, cestas básicas, água, combustível e alimentação para as equipes de resgate.

Em seguida, conjunto de planos de trabalho, deve preparar os recursos, em conjunto com as equipes do MDR o reestabelecimento de entrega de serviços essenciais. O dinheiro custou a limpeza urbana, a desobstrução de vias, restabelecimento de ligação de energia elétrica e fornecimento de água.

“Passada a situação chuvosa, os municípios e o Estado têm 90 dias para solicitar ao MDR recursos para reconstrução de infraestrutura pública e casas comprovadamente destruídas pelas chuvas”, afirmou.

Diante da situação de emergência, quem trabalha com carteira assinada poderá solicitar uma liberação de recursos do Tempo de Serviço (FGTS).



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