Os prós e os contras da 4ª temporada de Stranger Things

0
19

A gente teve que esperar três anos pela nova temporada de Coisas estranhas na Netflix. Para quem é fã foi muuuitooo tempo. Mas a série voltou com sete dias, todos com mais ou menos uma hora, ou mais. Os dois finais finais – porque a quinta dessa foi confirmada vão – estrear no dia 1 de julho. Tudo ficou num momento de cliffhanger. Mas será que valeu a espera? Óbvio que sim. A série tem personagens apaixonantes, e teve momentos ótimos. Mas…

Primeiro a história. Como terceira terceira ficou sabendo no final da temporada, Joyce, e Eleven a se os filhos para a Califórnia. Jim foi dado como morto, mas acabou numa prisão na Rússia. E os demais ficaram em Hawkins vivendo a vida. Quando a começa está sem seus poderes, ele tem vários problemas com bullying. Nesse momento, Mike vai visitá-la no feriado. Só que uma morte dá a entender que os problemas vão recomeçar.

O que acha dessa primeira parte da Temporada 4?

O grande charme de Coisas estranhas era o grupo. Com todos unidos protegendo uns aos outros, você achava que tudo era possível. Só que como é normal em séries com grandes elencos (sim, Mortos-vivos), os produtores acham que devem separar o que funcionam para contar mais histórias. E foi o que aconteceu com essa temporada de Coisas estranhas.

Alguns núcleos continuam a funcionar, como o grupo que ficou em Hawkins. Steve e Dustin sempre ótimos. Robin, de Maya Hawke, muito divertida. Nancy, que sempre foi tão chata, e nessa temporada se redime. Max, que tem os melhores momentos no episódio 4, e funciona sempre. E ainda Erica, e seu irmão Lucas, que começa a temporada distante, mas depois volta a se juntar ao grupo. Eles têm os melhores momentos. fornecido com adição de Eddie Munson, feito por Joseph Quinn. O personagem é divertido e tem tudo a ver com os demais.

Entretanto os demais núcleos têm problemas. O da California, com Mike, Will, Charlie e o novo amigo dele, ainda consegue arrancar algumas risadas. Mas são tão dispensáveis ​​que nem aparecerão no episódio final. O arco de Jim na Rússia até parece uma outra série, seja em tom ou em história. As participações de Joyce e Murray aindaam um pouco tudo, mas é aquela hora que dá vontade de olhar o celular (rs). Mas o mais chato de tudo é mesmo o arco de Eleven dentro do laboratório. Repetitivo ao extremo, só ganhou importância no último episódio. Mas mesmo assim, é extralongo. Aliás, esse é um grande problema da temporada. Tudo parece estimado demais. E tudo que eu queria era ficar em Hawkins com o grupo resolvendo os mistérios. E, claro, conhecendo o novo grande vilão.

Mas…

Mas, o bom é que sendo Coisas estranhas, é tudo lotado de referências. Desde Picardias Estudantiscomi Carriepassando por Freddy Krueger – com a participação pequena, mas bem especial, de Robert Englund. Aliás, uma série tem momentos de bom terror. Os efeitos especiais são bem grandiosos. E tudo se passa em 1986, portanto é uma delícia de ver a breguice dos anos 80, rsrs. Ainda há a ótima participação da namorada de Dustin, a revelação do vilão, a dupla de Robin e Nancy, e todo o episódio final, que nos deixa engatilhados para ver os dois finais que chegarão em julho. Ou seja, mesmo com todos os problemas, a gente quer ver sempre mais de Coisas estranhas. E espera que todos juntos de novo!

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here