Brasil tem estoque dediesel suficiente para 38 dias sem pagamento, diz MME

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A crescente preocupação com o risco de desabastecimento de combustível no segundo semestre no Brasil, reforçada por um Ministério e Energia pela Petrobras, levou o órgão a publicar o nível dos estoques do combustível Segundo o ministério, os estoques representam os 38 dias de contribuição. Isso significa que hoje, como produção, o combustível seria suspenso, os estoques, somados à nacional, seriam adequados para suprir o País por período.

A informação veio a seguir que a Petrobras invejou um ofício esta semana ao ministério, fazendo para a gravidade da situação de abastecimento no País no segundo semestre, o que já havia feito informalmente em outras ocasiões.

A crise dodies ao está entre no mundo inteiro, devido aperto devido guerra a Rússia e Ucrânia. Mais especificamente no Brasil, no segundo semestre de demanda por números, com a maior causa da produção de aumento no país no aumento de grãos.

Segundo o MME, o início da intensificação do monitoramento do abastecimento por um comitê criado para essa função, a autonomia dodiesel no País passou de 30 para 38 dias, aumento de 6,7%.

“Atento ao abastecimento de Comtíveis, do início do conflito que eclodiu no leste europeu, com reflexo na conjuntura energética global (o MME) ou soluções imediatas para intensificação dos fluxos logísticos nacionais e oferta de petróleo, gás natural e seus resultados, nos mercados domésticos e internacionais”, informou o ministério em nota.

Entre as medidas, o ministério criou em março o Comitê Setorial de Monitoramento do Suprimento Nacional de Combustíveis e Biocombustíveis, grupo técnico para antecipar os estoques durante a guerra do Leste europeu.

A mesa, como é conhecida o Comitê, éda pelo Ministério de Minas e Energia, e tem a participação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e associações de representações e agentes do setor , incluindo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Petrobras, Acelen, entre outros.

O grupo se reúne semanalmente, às segundas-feiras, buscando consolidar as expectativas de oferta (produção nacional e entrega) com as expectativas de demanda, e obter diagnósticos mais precisos e antecipados sobre o abastecimento de diesel para os meses futuros.

O MME informou ainda que convocou uma reunião com a ANP e a Petrobras para ontem, mas descartou que o encontro tenha sido motivado pelo ofício enviado pela Petrobras, que já estava agendado, o ministério. Segundo a nota, o ministério, “a redução da oferta e dos estoques mais eficientes de diesel, em função da conjuntura energética mundial, o aumento da demanda pelo produto, no segundo semestre do ano, são conhecidos e monitorados pelo Comitê”.

De acordo com a diretora de Downstream (refino) do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Valeria Lima, que integra o Comitê, não há risco de desabastecimento de conbustível, em especial, diesel, no curtísimo prazo, ou seja, nos próximos dois meses. Depois, de agosto em diante, Lima diz que há riscos reais de caso o País não se prepara.

“Por nossos estoques bons no Brasil. Até agora o setor conseguiu no mercado internacional e estamos no nível adequado e precisamos manter isso. Mas temos problemas no horizonte sim, enquanto dentro de um contexto mundial de oferta e demanda muito apertado” , disse Lima.

Para o consultor de gás da StoneX, mais pontuado no Brasil e no segundo semestre, Pedro Shinzato é mais pontuado, mas pode haver um desabastecimento geral. “O que mais preocupações são os meses de agosto, setembro e outubro, quando nossa demanda é alta em função da safra e começa a temporada de furacões no Golfo do México. See este ano for mais intensa, a situação pode ficar bastante complicada”, diz.

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