Virada cultural do Centro tem revista policial e ligação com celulares

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As diferenças desta Virada Cultural de 2022 com relação às outras edições são muito evidentes na região central de São Paulo. Se antes ela toma um raio que dava o Centro da Estação da Luz até a Praça da República, agora se aproxime a apenas um palco de fato, exatamente sob o Viaduto do Chá, no Vale do Anhangabaú.

Há outros espaços nas redondezas, como um pequeno elevador para DJs na Praça das Artes, no Boulevard São João, e um segundo espaço no próprio Vale, para atrações mais circenses. No mais, a Virada-se por outros pontos de bairros periféricos. Segundo a organização, será realizada ao todo, até às 18h deste domingo, 29, 300 atrações para um público rotativa aguardado por 2 milhões de pessoas.

Por volta das 17h30, as pessoas se reuniram aos poucos e sem maiores aglomerações no palco do Viaduto do Chá para esperarem o show de abertura, reservado ao Vitor Kley. Vendedores de bolsas para celular, segundos, antifurto, por R$ 25, e muitas pessoas caminhavam com eles bolsas em frente ao corpo. Havia uma certa tensão, com gente se entreolhando e usando pouco o celular. Antes, por volta das 17h, já havia relatos de tentativas de furto de aparelhos na baixa do Anhangabaú.

Uma medida inédita foi a revista em todas as vias de acesso ao Vale. Um sargento da GCM, que preferiu não se identificar, resguardou-se exclusivamente com a reportagem do Estadão. Ele disse que a revista era para evitar que as pessoas entrassem armadas e com garrafas de vidro. Por causa das barreiras, os ambulantes também não.

Ainda segundo o sargento, ladrões de celulares estavam infiltrados entre a plateia e poderiam agir em qualquer momento. Ele pediu ao repórter que avisasse às pessoas apenas para usar seus aparelhos perto das viaturas policiais. “Na última Virada, apreendemos um rapaz com 23 aparelhos diferentes, todos roubados.” A GCM tinha 50 homens, que no localm em conjunto com a Polícia Militar.

A outra região de recepção das pessoas Anhangabaú, de que a região de Anhangabaú pode tornar-se uma decisão, não se tornará as ações do Governo do Estado da Luz, a partir da tomada de decisão em se, dos dependentes da região da Luz. Eles não eram vistos, ao menos na área dos shows.

A apresentação da noite, a MC Mel Duarte, subiu ao palco e palco por volta das 18h15 deste sábado, 28, para anunciar Vitor Kley. Ela usa uma linguagem inclusiva, dizendo “boa vocês a todes” e “será que vocês estão preparados?”. Disse que a prefeitura abre com a Virada o calendário cultural da pós pandemia e pediu para as pessoas usarem máscaras nos ônibus. Ali mesmo, ninguém usava.

Vitor Kley surgiu às 18h20 pronto para fazer o que havia prometido, um show de sucessos. Ele tem mais de 2.800 ouvintes apenas no Spotify e milhões que não se trata apenas de uma bolha. O Anhangabaú não estava cheio a esta hora, mas uma extensa faixa da plateia próxima ao palco sabia de cor todas as canções cantando muitas vezes de mãos para o alto. Vitor mostrou Menina Linda, Morena, Anjo ou Mulher, Ainda Bem Que Chegou e outras. Os seguintes são os de Kevinho e da baiana Margareth Menezes. Planet Hemp é esperado para fazer a última apresentação, às 17h30 de domingo.



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