comédia vencedora faz crítica ao mundo dos super ricos

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Cannes 2022: vencedora, comédia de humor negro do sueco Ruben Östlund faz crítica ácida ao mundo dos super ricos (Crédito: Deutsche Welle)

O longa Triangleness, de RubenÖstlund, neste sábado de (28/0) a Palma de Ouro, o principal prêmio do Festival Cannes, na França, que neste ano teve sua 75ª edição.

O filme prevaleceu contra 20 outros longos da competição na seleção feita pelo júri.

Triangle of Sadness é uma sátira ao mundo dos influenciadores e dos super ricos. Parte da ação acontece em um iate de luxo, que é sequestrado por piratas. Alguns dos passageiros ficarão presos em uma ilha onde as hierarquias são invertidas. Com esse enredo, o filme aborda o absurdo do capitalismo, relações de poder e desigualdade social.

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A produção foi ovacionada por oito minutos após sua exibição no festival. A obra tem produção do brasileiro Rodrigo Teixeira.

Essa é a segunda vez que o diretor sueco recebe a Palma de Ouro, repetindo feito de 2017, quando foi reconhecido por The Square: A Arte da Discórdia. À história do festival uma época datada surpresa, já que, até a história do festival uma comédia arrebatar o máximo.

No palco do Palácio de Festivais, Östlund afirmou que, sua intenção com Triangle of Sad era “fazer algo que interessasse ao público e que o refletiria com provocação”. O diretor sueco a Palma de Ouro das mãos do diretor mexicano Alfonso Cuarón e do presidente do júri de Cannes, o ator francês Vincent Lindon.

Esta é a primeira obra em inglês do diretor. O filme tem no elenco Woody Harrelson, Harris Dickinson e Charlbi Dean.

Também concorriam na categoria principal Armageddon Time, de James Gray; Crimes do futuro, de David Cronenberg; Decisão de sair, de Park Chan-Wook; Nostalgia, de Mário Martone; Aparecendo, de Kelly Reichardt; Les amandiers, de Valeria Bruni Tedeschi; entre outros filmes, de um total de 21 longos. Nesta edição, o festival contorno com cinco maior número de filmes por mulheres.

Em outras categorias, houve um empate no Grande Prêmio, entre Close, de Lukas Dhont, e Stars at Noon, de Claire Denis. O Prêmio do Júri, por sua vez, também foi dividido entre EO, do polonês Jerzy Skolimowski, e The Eight Mountains, dos belgas Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch.

Já Park Chan-wook foi escolhido o melhor diretor por Decision to Leave.

jps (EFE, ots)



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