Boias robóticas ajuda a manter baleias seguras no Oceano Atlântico

Um projeto do Instituto Oceanográfico de Woods Hole (WHOI) tem usado boias robôs equipadas com o equipamento para gravar o som de baleias quase em tempo real, e assim os cientistas podem acreditar em raras baleias-francas do Atlântico Norte.

O objetivo é descobrir sem mais proteção que as baleias saírem de suas zonas. A-franca-do-atlântico-norte é uma espécie ameaçada de extinção, e estima-se que só haverá 340 delas nos mares do Atlântico Norte.

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O WHOI (Woods Hole Oceanographic Institution) é um centro de pesquisa que fica em Falmouth, Massachusetts. Em marçoo instituto anunciou uma parceria com a empresa francesa de transporte marítimo CMA CGM para instalar duas boias robóticas em Norfolk, Virgínia e em Savannah, na Geórgia.

Novas boias robóticas se juntam a outras já em operação

Mark Baumgartner do WHOI, responsável pela análise dos dados e identificação das espécies de baleias, conta que elas serão somadas e outras seis boias robóticas que já estão em operação na costa leste dos Estados Unidos. Para quem quiser acompanhar, os resultados são mostrados no site Robots4Whales (robôs para baleias) sempre que uma espécie é vista.

Pelo acordo, a empresa francesa vai pagar pela instalação das boias robóticas. Além disso, eles serão os responsáveis ​​pela manutenção e operação pelos próximos três anos. Agora, o objetivo do WHOI da CMA CGM é reconhecido como outras empresas de transporte marítimo a atrelada a essa causa, com o objetivo de um consórcio para instalação de novas boias robóticas.

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Através da Phys.org

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