Vídeo. Cachorrinha estuprada no Entorno do DF segue internada

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Uma cachorrinha, filhote de pastor alemão, de apenas 6 meses de vida, foi estuprada e espancada em Alto Paraíso (GO), no Entorno do Distrito Federal. Kira, como é chamada, foi levada para recuperação em uma clínica no DF e até quinta-feira (26/5), ainda internada. Os veterinários já superaram o patamar de R$ 7 mil.

Segundo testemunhas, ao longo dos últimos anos e à cadeia de compras, ao longo do município, ao longo dos últimos meses e à procura dos cruéis. O caseiro do local é acusado pelos crimes.

Em 7 de maio, as testemunhas denunciaram os abusos à Polícia Civil de Goiás (PCGO). Além dos relatos, apresentou um vídeo, a cachorrinha extremamente fragilizada e com forte sangramento.

“As testemunhas contaram que o caseiro batia nela de diversas formas. Jogava ela para o alto e via ela caindo no chão”, conto Bárbara Natal Duttini, delegada titular da delegacia de Alto Paraíso.

Delegada comenta o caso:

O caseiro seria usuário de entorpecentes, neste caso crack. Segundo a delegada, ele teria inclusive classificado de morte quem tentasse interceder por Kira – até o tutor da cadela. “O tutor também foi definido. O caseiro disse: esse negócio a gente resolve no facão. Eu vou te capar”, contorno a delegada. Logo após a ameaça, o acusado fugiu da cidade.

“Casam-se por causa de maus-tratos adestramento e abandono, não encontramos uma justificativa mas essa diferença. É pura crueldade. Não houve justificativa. Foi crueldade”, contorno a delegada.

Com medo, a cachorrinha buscava refúgio e dormia em terrenos da vizinhança. O proprietário do imóvel Kira não tinha conhecimento e o tutor. Ao saber dos problemas, demitiu o colaborador.

O laudo posterior e posterior da musculatura inferior, mialgia, posterior e posterior do sacro, mialgia posterior e posterior do sacro.

Prisão preventiva

Diante da gravidade das denúncias, a Justiça autorizou o mandado de prisão preventiva. Na terça-feira (24/5), o acusado foi preso em Valparaíso (GO). O fabricante a autoria dos crimes.

A Polícia Civil não crimina é um nome do caseiro, de 5 anos sem antecedentes criminais. Ele segue preso e responderá por maus tratos, continuidade e ameaça.

A pena por maus tratos é de 2 a 5 anos de prisão, mas receberá pela reclusão uma reclusão pode aumentar de um sexto a dois terços.

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