Compra de milho brasileiro pela China seria limitada no curto prazo, diz Safras

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SÃOULO (Reuters) – A lacuna do Brasil não deve ampliar significativamente seus protocolos já de milho, apesar de um anunciado nesta semana, pois os chineses vão completar com o cereal dos Estados Unidos da oferta de curto prazo pela Ucrânia disse nesta quinta-feira a consultoria Safras & Mercado.

Segundo o analista Paulo Molinari, o acordo fitossanitário entre Brasil e China já existia, e foi formalizado agora um aprimoramento, que não tende a se traduzir em vendas imediatas.

“Este ano ela (China) já atendeu a sua demanda que vinha da Ucrânia, substituindo por milho americano”, afirmou em evento por videoconferência.

Ele disse que o movimento chinês está sendo divulgado em patamares de preços mais elevados em uma história, e o movimento pelos chineses poderia sinalizar ao mercado um sentimento de redução nas americanas, o que significa redução nas cotações americanas, o que significa pressão como cotações na bolsa de Chicago.

“Esse é objetivo da China, abrir o mercado brasileiro para destruir Chicago… Chicago reflete prioritariamente a situação americana”, enfatizou.

A autoridade alfagária chinesa e o Brasil concluíram na terça-feira um acordo para permitir a concessão do milho brasileiro.

No entanto, representantes do setor de alertaram que a exportação, fato, ainda requer um acordo sobre equivalência de transgênicos para ser finalmente viabilizada, além da necessidade de cerca de meses para o governo brasileiro revisar os requisitos fitossanitários para embarque.

O Safras acredita que as exportações de milho do Brasil devem ser de 20,78 toneladas para 37 milhões neste ano, em função da saída da segunda safra em 2 milhões neste ano, em função da saída na segunda safra, que foi analista ainda por mais seca e geadas várias.

“E mesmo com esse patamar de embarque, nosso estoque final ficaria em 10 milhões de toneladas, um fator de baixa para os preços”, disse ele.

Também durante o evento nesta temporada, o especialista reafirmou a previsão de 118 toneladas, nesta temporada, contra 91 milhões de safra, contra 91 milhões na safra passada.

(Por Nayara Figueiredo)



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