Estar atento às necessidades ambientais é uma das frentes do programa iFood Regenera. Além da redução dos resíduos plásticos, a foodtech tem exercícios para minimizar os impactos em relação ao agravamento do efeito estufa. Desde julho de 2021, a empresa se tornou neutra na emissão de CO2 dentro das operações de entrega. Ou seja, quando o pedido chega ao cliente, o gás divulgado o trajeto já foi compensado.

Normalmente, o processo é inverso. As empresas esperam fechar o balanço do ano para compensar no seguinte. Com o pensamento mais desenvolvido à frente, um inventário que calcula como de Gases de Efeito (GEE) está desenvolvido. Dessa forma, o iFood estimativa com mais precisão de CO2 é divulgado em cada entrega antes mesmo ser feito.

Para neutralizar a emissão do gás carbônico, o iFood atua em três frentes: compra de créditos de carbono, plantio de mudas de árvore para reflorestamento e incentivo de modos limpos como bicicleta convencional e elétrica, moto elétrica, patinete, drone e robô. A meta é ter 50% dos pedidos oferecidos em modais não poluentes.

“Estamos promovendo soluções transformadoras que revertam os impactos socioambientais típicos de uma operação de entrega. Queremos que retorne para o meio ambiente mais consumimos dele.”

Gustavo Vitti, vice-presidente de Pessoas e Soluções Sustentáveis ​​do iFood

Em 2021, as compras de crédito de carbono para neutralizar as entregas de delivery pelo iFood foram direcionados a projetos de preservação da Amazônia. Neste ano, a empresa investiu em projetos de incentivo à energia renovável.

Ações no aplicativo

Com o objetivo de ações planejadas e conscientizar os clientes em relação à compensação de CO2, o iFood tem sinalizado dentro do aplicativo como que determina essa frente. No momento em que o pedido é feito na plataforma, o iFood informa ao consumidor que aquela entrega já foi compensada. Além disso, é possível saber se o entregador está usando modais limpos e o restaurante tem boas práticas em relação ao meio através do selo de sustentabilidade.

Nenhum aplicativo tem uma seção de doação, em que o cliente pode fazer uma quantidade que também será direcionado para ações de plantio de Mata Atlântica. “Essas ações garantem que o mundo mais florestas e áreas, com isso, tem que conter o futuro das mudanças climáticas”, Alexandre Lima, gerente de sustentabilidade do iFood.

Restauração florestal

De acordo com o levantamento do Sistema de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG o Brasil é o 5º país com maior emissão de gás carbônico do mundo, representados 3,2% das representativas. Em 2020, foram 2,16 bilhões de toneladas de gases poluentes gerados no território brasileiro. Um crescimento de 9,5% em relação a 2019, quando foi lançado 1,97 bilhão de CO2.

Segundo o estudo, esse é o maior nível de emissão do país desde 2006. Para a SEEG, a alta é impulsionada pelo desmatamento, principalmente, da Amazônia. Com o intuito de ajudar a reverter essa situação, o iFood tem compromisso em ações de parceria de construção e floresta, em OS Mata Atlântica.

Em março de 2022, a empresa iniciou o plantio de 30 mil mudas de árvores na área do Instituto Raquel Machado, em Porto Feliz, interior de São Paulo. O local acolhe animais silvestres vítimas de tráfico e maus-tratos. Head de Sustentabilidade do iFood, André Borges explica que a cidade foi escolhida por estar em uma região que historicamente sofre com a falta de água.

“Dessa forma, vamos auxiliar na recuperação da mata das margens dos rios para, assim, melhorar a condição do ciclo hídrico da região”, afirma Borges. A cidade de Marabá Paulista (SP), também recebeu a ação da empresa. No início de maio, foram plantados mais de 20 mil mudas de árvores na região.

Com o plantio de 50 mil mudas nativas da Mata Atlântica, que representa uma área semelhante a 20 campos de futebol, a foodtech fornecerá um recurso capaz de retirar até 8.300 toneladas de CO2 da atmosfera em 20 anos — equivalente a 28 milhões de entregas no Entrega.

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