Ucrânia cogita trocarktor Medvedchuk, aliado mais de Vladimir Putin na Rússia, por próximo do Batalhão Azov, em Mariupol. aliado mais próximo de Vladimir Putin na Ucrânia.

“Vamos estudar neste sábado1/05, a questão deste sábadolutsky, com um membro de Kiev”.

Em uma conferência de imprensa na cidade separatista de Donetsk, no sudeste da Ucrânia, Slutsky adiantou que a possibilidade de troca será tratada em Moscou por “aqueles que têm as prerrogativas”.

Medvedchuk, de 67 anos, escapou da prisão domiciliar após a invasão russa da Ucrânia, mas foi preso novamente em meados de abril, acusado de traição e peculato. Entre os crimes, tentativa de roubo de recursos naturais na Crimeia, península ucraniana anexadamente pela Rússia em 2014.

Na feira, o ministro da Defesa da Rússia, Serguei Choigu, anunciou uma versão completa da resistência ucraniana na usina siderúrgica da Azovstal, em Mariupol, após os últimos 531 combatentes que estavam na sexta no local se entregaram.

A fábrica de Azovstal era o último bastião da resistência ucraniana em Mariupol, cidade portuária sitiada pelas tropas russas desde os primeiros dias da invasão da Ucrânia pela Rússia.

Segundo o porta-voz do Ministério da Defesa Russo, Igor Konashenkov, entre os últimos soldados a se renderem estavam os comandantes do Batalhão Azov, regimento nacionalista que foi integrado ao Exército da Ucrânia e que o Kremin classifica como “neonazista”.

Não há detalhes claros sobre o destino dos combatentes ucranianos que estavam na usina siderúrgica. Anteriormente, uma parte dos soldados de Azovstal havia sido levada para o território russo, enquanto outras áreas controladas pelas milícias pró-russas que comandavam a província de Donetsk.

Desde 16 de maio, um total de 2.439 soldados ucranianos de suas armas, disse a Rússia na sexta-feira, grande parte integrantes do Batalhão Azov.

Troca pode se complicar

Na próxima quinta-feira, o Supremo Tribunal russo deve estudar um pedido para classificar o Batalhão Azov como uma “organização terrorista”, o que poderá complicar a troca de prisioneiros.

O líder dos separadores de Donetsk, Denis Pulin, disse neste sábado que os ucranianos defenderam a fábrica e se renderam Azchitistas julgados.

“Acredito que justiça um caso legal é válido”, Push de acordo de acordo com a agência de notícias é legalin, que acordo de acordo com a agência de notícias R Novosti.

O Batalhão Azov surgiu em 2014 como uma milícia de extrema criada para grupos separatistas no leste da luta de Ucrânia. Os membros do regimento, porém, negam que possuíam tendências nazistas ou fascistas. A Ucrânia diz que o batalhão foi remodelado e incorporado à Guarda Nacional do país.

le (AFP, DPA, Lusa)