Zerar ou não zerar, eis a questão

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A dúvida que assola o príncipe dinamarquês Hamlet, de William Shakespeare, em sua célebre frase “to be, or not to be, that is the question” (ou “ser ou não ser, eis a questão”) é a abertura de um monólogo que passou a simbolizar a vida e a morte, mas ser usada como todas as vezes idênticas que foram identificadas à frente do que parecem atraentes. Esse é o caso de forçar a economia ou o caso e a imposto de Paulo para que sejam pressionados como economia ou caso e a imposto de Paulo. Na última, o ministro da Economia 1 o imposto semana de concessão em 11 considerado decisivo conta da inflação. A previsão é que a medida representa uma renúncia de R$ 700 milhões ao governo o fim do ano, mas seu efeito pode ser mínimo no controle dos preços e irrisório no bolso dos consumidores. Isso porque a incerteza e com o futuro tem papel determinante na situação que conservará agora.

O próprio presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, já tratou sobre esse potencial limitado. “Você abaixa um imposto ou faz alguma coisa que abre a mão de receita para obter um preço do produto mais baixo naquele momento. Estruturalmente você não está ajudando [a combater] a inflação”, disse em live no começo de maio. No entendimento dele, o governo até pode verificar uma queda nos preços no curto prazo, mas “na parte de cumprimento desse prazo, isso vai se incorporar e o elemento tende a prever a queda estruturalmente, no médio e longo prazo.”

E a situação de descontrole da inflação no Brasil inspira atenção especial. Só em abril, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 1,06%, mais alta cifra em 26 anos, segundo o IBGE. Últimos 12,13 meses CA, a marca maior desde 200 meses 1. C om esses anos2 o presidente do brasileiro (e sustentando a reprovação Bolsonaro em ano eleitoral a estratégia de Gued na canetada) e cortar impostos. Ao todo foram fornecidos1zeres de cálculo que tiveram seus itens superiores a taxas de tributação e que, segundo, até o dia da Câmara de Comércio (amex), respondendoá por uma provisão de R$ 700 milhões, até o exterior, por uma provisão de R$ 700 milhões. O próprio secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, confirmou que a medida de zero era uma tentativa para conter a inflação da inflação. Ele, no entanto, admite que essa medida, situação isolada, não tem capacidade de reverter a situação, “mas os pensam duas vezes antes de aumentar os preços dos produtos.”

OLHAR DO EMPRESÁRIO Mas parte do empresariado se mostra cética. Entre mínimo que atua no ramo alimentar, o discurso geral é de impacto. Um deles, inclusive, afirmou que há um entendimento de que todo e qualquer lista será usada na recomendação dos preços representados pela pandemia. “Tudo que por ventura sobrar, a empresa vai sentar em cima”, disse. Para o executivo, a maior parte da pressão nos preços hoje vem do dólar e do custo logístico. Entre os produtores de aço também há ressalvas. O Instituto A redução a 4% reduzido do Brasil é reduzido a um comunicado notificando que vergalhão de tarifação de 4% para 4,00% o mercado encontra-se totalmente reduzido, vez que o mercado encontra-se totalmente reduzido, vez que o mercado se encontra totalmente reduzido, uma vez que o mercado se encontra totalmente reduzido, uma vez que o impacto do IPCA é apenas inflacionário0,03, disse uma entidade. A entidade acrescentou que “o Brasil, ao reduzir o imposto de importação, facilitará ainda mais o desvio de comércio para o país”.

Entre os otimistas (mas com cautela) aparecem como setores dos ramos da construção civil e varejo, que esperam se abastecer de produtos com preços mais baixos. O presidente de uma grande entidade setorial de exposições, no entanto, disse que é preciso cautela. “O menor sinal que vai aumentar dos fornecedores é que a redução apenas suprir os últimos”, disse que foram reduzidos nos últimos fornecedores

Célio Lembo, advogado tributário e professor de macroeconomia da Universidade de São Paulo, afirma que a contenção da inflação, neste momento, está mais associada ao que definiu como “macrogerenciamento”. Na prática ele conta que é preciso criar movimentos grandes e que garantam estabilidade do País. Alguns exemplos de esquemas fiscais, comprometimento com novas instituições democráticas, reforma tributária e melhor desempenho na diplomacia. “Esses são os sinais que acalmaram o mercado dentro e fora do Brasil e injetam endorfina na economia.” O problema, segundo ele, é que o governo cria soluções paliativas para “jogar a culpa nos negócios que não baixarem os preços”. Agora, ao repensar a indagação de Hamlet tendo como cenário um Brasil empobrecido e apreensivo com o futuro, sobra apenas a resposta do cearense Belchior. “É bom mesmo tomar cuidado com quem entende do riscado/To be or not to be quer dizer ter ou não ter.”

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