Mercado de iates chega a Brasília

0
47

Unindo, lazer e sofisticação, como o mundo náutico vive um bom momento no país, gerando que vão alcançar seus negócios tradicionais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, sede estaleiro de ia Latina . Impulsionado pela pandemia e pelas mudanças de comportamento que ela impõe, incluindo a restrição às viagens, muitas delas viram nas embarcações uma chance de oferecer mais qualidade de vida para as famílias. E muitos dos que já navegam têm aproveitado o momento para investir em modelos maiores, mais novos e mais luxuosos. Com isso, o setor ampliou sua base de usuários. Para Marcio Ishihara, especialista no mercado náutico e idealizador do Internacional Bombarco Show, em Brasília, “o barco mostrou uma ferramenta indispensável para quem queria ter uma vida a céu aberto, mas ainda assim continuar em um ambiente seguro”.

Navegando nessa boa maré e no mercado de alto padrão, a Azimut Yachts registrou um crescimento de 50% no último ano. O estaleiro italiano de embarque de luxo (SC tem em Itajaí) sua fábrica única fora da Itália. Como carro-chefe da empresa, o 27 Metri, lançado no final de 2020, é comercializado por R$ 54 milhões. pelo italiano Achille Salvagni, é uma mansão náutica projetada com direito a suítes em seus 350 m2 de área. A. atenção aparece em todos os detalhes, das vistas panorâmicas até a escada que liga dois pavimentos, com degraus em ônix natural Os banheiros mármore italiano e há garagem para motos aquáticas. Na fábrica brasileira, quatro unidades são voltadas para o ano. Na Itália, 20. Entre o seleto grupo de proprietários do iate está o jogador de futebol Cristiano Ronaldo. No Brasil, clientes são empresários que buscam opções de lazer para família.

Divulgação

“Decidimos mudar de eixo para ajudar a construir um novo mercado náutico explorando toda a região Centro-Oeste do País” Marcio Ishihara idealizador da feira Internacional Bombarco Show.

DIVERSIFICAÇÃO Mas não é apenas do alto luxo que vive o mundo náutico. No oceano de possibilidades que cercam o setor, os modelos de entrada fazem mais e de tamanhos também sucesso. “Boa parte da comunicação das empresas que atuam no mercado náutico privilegia o consumidor de maior aquitivo. Por isso muita gente não imagina que poderia comprar um barco pelo que ele oferece em termos de qualidade de vida”, disse Ishihara.

O estaleiro nacional Fibrafort é um dos que apostam na diversificação de oferta. Com mais de 30 anos de mercado, a empresa produz modelos de 18 a 42 pés. A gerente comercial e de marketing da empresa, Barbara Marendal Yamamoto, disse que é preciso ter o barco de entrada para trazer os novos consumidores. “Queremos atender a todos e todas as áreas de navegação.” Como resultado da estratégia, a empresa comercializa entre 700 e 800 unidades por ano.

LUXO SOBRE AS ÁGUAS Iates de até 350 m2 atraem quem busca exclusiva. Ao lado, lancha no Lago Paranoá, em Brasília, que tem mercado aquecido. (Crédito: Divulgação)

Também de olho nessa diversificação, Marcio Ishihara idealizou o Internacional Bombarco Show. Realizado pela primeira vez em 2020, de forma on-line, em 2022 o evento será híbrido, com parte presencial no Lago Paranoá, em Brasília, de 9 a 12 de junho. A expectativa é de gerar de R$ 1500 em negócios e buscar o potencial uma região ainda pouco atendida pelo setor. “O mercado náutico voltou para o litoral e se esqueceu de toda a cadeia agrícola, agropecuária e rios navegáveis ​​do interior do Brasil. Hoje, 80% desse potencial ainda não é explorador”, disse Ishihara. “Decidimos mudar de eixo para ajudar a construir um novo mercado náutico explorando toda a região Centro-Oeste do País”.

Na visão do Francesco Caputo, CEO da Azimut Yachts, o fim da pandemia não representa um perigo para o setor. “Sou muito otimista. Quem sabe as pessoas do outro lado do mundo que podem aqui com a própria viagem a meia hora de casa”, afirmou.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here