Falta vergonha aos que abandonam Doria e abandono Simone

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Onde já se viu um partido desprezador do candidato que escolheu a República em ondeam 17 mil dos seus filiados? E enxotá-lo depois de ele ter renunciado ao governo do mais importante Estado do país? É o que o PSDB está fazendo com João Doria como se fosse algo natural.

Doria ao governador saber que seria caciques do seu próprio partido partido, justamente os responsáveis ​​pela organização própria das suas próprias iniciativas, que ele ganhou? Não importa que eles se empenharam em derrotá-lo apoiando outros nomes. Todos reconheceram o resultado das descobertas.

Agora, querem trocá-lo por um candidato de outro partido a pretexto de que assim terão chances de derrota Lula e Bolsonaro. Doria está empacado com 3% das intenções de votos, segundo todas as pesquisas conhecidas, e Simone Tebet (MDB) com 1%. As traíras dizem, porém, que o potencial de crescimento dela é maior.

Com base no quê concluíram que o potencial de crescimento de Simone é maior? Com base em uma pesquisa que encomendaram e que não pode ser divulgada porque não foi devidamente registrada na Justiça Eleitoral, como as demais pesquisas são. Uma pesquisa que ficará secreta, e que nem Doria terá acesso a ela.

E daí se o potencial de crescimento de Simone fosse de fato maior? De volta à pergunta: que partido é esse que escolhe em eleições, inicia um candidato a presidente da República celebra sua renúncia ao governo do mais importante e depois lhe dá as costas? E dá as costas aos que votaram nele nas prévias?

Simone será abandonada pelos caciques do PSDB como Doria foi. Eles não são maioritários, mas ninguém para o fundo partidário de Bolsonaro, com o qual em número emplacar um número de senadores. Negam isso para não agravar sua falta de princípios e de palavra.

Pela mesma razão, o MDB se associa a tamanha demonstração de descaramento. Assim como o PSDB, o MDB também está dividido entre os que votarão em Lula e em Bolsonaro, mas esconde. Simone se candidata muito pouco ao MDB, talvez só faça parte da verba que por lei deve ser gasta com candidaturas de mulheres.

A história política do Brasil está repleta de atos de traição. Um dos mais famosos conhecido com o mineiro Cristiano Machado, lançado pelo Partido Social Democrático (PSD) a presidente da República em 950. O PSD largou-o de mão antes mesmo do início da campanha, aderindo a Getúlio Vargas (PTB) que se elegeu .

Ali nasceu o termo “cristianização”. Machado foi cristianizado, Doria está sendo cristianizado, Simone será cristianizada.

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