auditores presos são suspeitos de cobrar para não fiscalizar

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Os dois auditores do DF Legal presos, na manhã desta sexta-feira (20/5)pelo Departamento de Corrupção e ao Departamento de Crime Organizado (De criarcor) são suspeitos de uma rede de combate a fim de capturar “clientes” e autorizações como alvarás de construção e reduzir ou extinguir Até mesmo ter acesso, previamente, a informações sigilosas sobre dados e locais de fiscalizações.

Os servidores também podem funcionar.

Os mandados de prisão cumpriram o apoio no âmbito da Operação Lubrio, coordenada pela Delegacia de Repressão à Corrupção (Prodep).

Além disso, um dos suspeitos atua, como uma descoberta de dois, que dos agentes atuava suspeitos, como uma espécie de identificação dos suspeitos, como uma espécie de identificação de suspeitos, como uma espécie de identificação dos suspeitos, como uma descoberta de dois suspeitos. Outros 1 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, assim como em outras regiões do Distrito Federal, em Alexânia (GO), no e Goiânia (GO).

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), um dos auditores investigados está aposentado. Porém, apresentou-se como se da ativa fosse um fim de praticar como fraudes. Dessa forma, os investigados podem responder pelos crimes criminosos, concussão de crimes, associação, entre outros que devem ser melhor apurados. Somadas, as penas podem chegar a 27 anos de prisão.

A Secretaria da DF legal colaborou com a PCDF durante as pesquisas.

Ludíbrio

As investigações, de má-fé constatado que os investigados, já constatado que os investigados, já constataram que os investigados, já constataram que os investigados, já constataram que os investigados, em razão de ações fiscais o estatais.

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