Aconselhamos o mesmo que colegas que determinam

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UMA 22ª Vara do Trabalho de Brasília determinou que a Capgemini S/A pague diferenças salariais a uma consultora que realiza as mesmas atividades que seus colegas de setor, no entanto, tinha salário inferior ao deles.

A juíza Natália Queiroz Cabral Rodrigues, quem proferiu a sentença, enquadrou a situação em uma perspectiva de gênero e, detalhando o pedido de pagamento de diferenças.

Ajuizou uma reclamação o trabalhador solicitando o pagamento das diferenças salariais, já que, segundo ela, durante todo o contrato de trabalho esteve enquadrado como consultora funcional II, mas semper realizando atividades de consultora funcional III, sem nunca ter recebido por isso. A autora da ação entende ser devida o pagamento das diferenças, com base no artigo 461 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A empresa se manifestou pelo indeferimento do pedido.

Uma tarefa que funciona como uma jornada dos colegas com maior e maior carga não existe justificativa para que a mesma funcione como jornada dos colegas com maior carga e salário inferior.

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