Varejo de vestuário, volta à inflação e pré-pandemia preocupam

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As companhias de capital abertas do setor de vestuário já registram retomada do fluxo em suas lojas, com as receitas, dos lucros e das margens, conforme a maioria dos conjuntos de balanços do 1º trimestre do segmento. Mas, passado o pior momento da pandemia, outros desafios spraym no horizo, como a alta da inflação e dos juros.

Na avaliação da chefe de varejo e co-chefe de Equity Research da XP, Danniela Eiger, o aumento dos preços causa um impacto generalizado, mas algumas empresas se diferenciam entre si por conta do público-alvo que atingem. Companhia mais carregada para a alta renda Grupo Soma (SOMA3) e Arezzo (ARZZ3), por exemplo, podem se sobresair, disse ela, por oferecerem uma maior resiliência e contarem com um crescimento orgânico mais sólido.

Para as demais vistas, contudo, a XP que o cenário macro, terá em empresas um peso já mais elevado (e com potencial de subida) e o poder de redução reduzido do brasileiro. “Neste aspecto a Renner (LREN3) é uma boa opção para se ter nesse setor, pois está posicionada acima dos seus pares e já teve correção de Avaliaçãocom destaque tanto para crescimento quanto de rentabilidade”, afirmou Danniela.

Julos

Além da inflação, Felipe Demolein, analista da Eleven, destacou que, com a alta dos juros, as empresas com muitos mais altos e que depende muito de consumo acabarão tendo mais Impactos. “Esses varejos, como lojas e vestuário, são mais o que vão à inflação e taxa de juros que sofrem um pouco mais com o cenário macroeconômico”, Ponto.

Por outro lado, Flávio Conde, da Levante, disse acreditar que o pior já passou. Com a volta das pessoas aos shoppings e a chegada do frio, ele afirma que os próximos trimestres serão positivos para as empresas de vestuário. Especificamente no 2º trimestre, a perspectiva positiva tem como alavancas o Dia das Mães e o Dia dos Namorados.

“Eu diria que o pior já passou para essas. Tem outra coisa positiva que vai continuar a fazer as pessoas comprarem que é a questão de não ter mais o medo de ir ao shopping, com o número de mortes e casos menores da pandemia” , acrecentou ele.

Volta às lojas

A questão da pandemia trouxe, sem dúvida, uma normalização das atividades comerciais, após os fechamentos de lojas país que foi reservado por alguns anos nos últimos anos nos últimos anos. A pedido de compras é de que categorias como roupas e calçados, agora, de ser de ser prioridade dos consumidores voltem a ingressar nas cestas de compras, por contarem com uma demanda primitiva.

“Isso foi refletido com força mais no varejo físico por conta da realidade melhor com o cotidiano das lojas, o normal das lojas e os shoppings que estão com a casa. , festa ou aniversário”, Daniela.

Mas, segundo ela, há uma clara disparidade entre as empresas de baixa e de alta renda. Sem Grupo Soma (SOMA3), por exemplo, ficou em evidência a forte dinâmica de crescimento e derentabilidade, além das sinergias de integração com a Hering. O mesmo ocorreu com a Arezzo (ARZZ3), segundo Danniela, que registrou crescimento de receita e receitas.

“De baixa renda, a C&A (CEAB3) teve totalmente uma de crescimento, mas ainda com as pressões, pois não conseguiu repassar o preço aos consumidores. A C&A teve o Ebitda negativo. Jaarena (LREN3) teve bastante mais forte do crescimento, mas também tem uma margem de crescimento. Expectativa é que a Renner tenha cada vez mais uma trajetória de recuperação de vendas e de rentabilidade”, afirmou um head de varejo da XP.

Felipe Demolein, analista da Eleven Financial, acrescentou que Arezzo e Soma tiveram um poder maior de repasses dos custos inflacionários aos clientes. “Por isso, essas empresas acabam tendo maislastices”, com o crescimento da margem bruta e do Ebitda. Já Renner e C&A tiveram uma força menor para os preços, mas também apresentaram boa recuperação de margens, apesar de pressionardas por SG&A (despesas gerais e administrativas).

Assim como, Arezzo e Soma, que trabalham com um nicho mais premium, têm a experiência demolein ou melhor momento e ganham compartilhar (participação) no mercado, também no segmento multicanais, enquanto Renner e C&A ainda têm margensdas.

Repassar o guardião

A que as vendas iriam preocupar-se com o mercado antes dos resultados do T22 era se essas empresas 1 iriam garantir que iriam entregar os negócios antes de tentarem como mais inflacionários os consumidores.

Flávio Conde, analista da Levante Investimentos, destacou que as empresas do setor tiveram crescimento de vendas, com destaque para Soma e Guararapes (Guar 3enquanto melhores margens brutas, enquanto que as melhores margens de Renner (+3,0 pp) e Arezzo (+3,4 pp).

“Estavam também a aumentar e a aumentar as vendas – que estavam preocupados com o custo e as vendas mesmo, afirmando o mesmo tempo: C aumentariam e ainda aumentariam as vendas”, Flávio. Já a Soma, apesar da queda de 9,3 na margem, tinha uma margem de comparação alta e permanece com uma margem elevada (55,3%).

Varejo de moda tem alta de 56% das receitas

Somadas as receitas líquidas do 1T22 das seis empresas de varejo de moda houve alta de 56% das receitas no comparativo com o mesmo triestre de 2021. As receitas das seis empresas somaram R$ 4.662 bilhões no 1T21 e, agora, 24 bills março com .

Com exceção de Marisa, outras cinco registram avanço nas receitas nos três primeiros meses de 2022 (Arezzo, C&A, Renner, Soma e Guararapes).

Em percentuais, as maiores altas de receitas foram de Arezzo (+67,9%) e Renner (+63,4). A Renner também é a maior fatia de receitas do segmento no 1T22, com R$ 2,22 bilhões.

Veja o Comparação Completa (% Comparação ao 1T21)

resultado 1T22 Lucro / lucro líquido lista de vinhos Majem Bruta Margem Ebitda aj.
Arezzo (ARZZ3) R$ 57,5 ​​milhões (+94%) 839 reais (+67,9%) 53,4% (+3,4 pontos percentuais) +15,9% (+2,9 pp)
C&A (CEAB3) – 152,7 reais (+10%) 1,19 reais (+54,2%) 45% (+4,2 pp) -8,9% (+8,3pp)
Rainha (LREN3) 191,6 milhões de reais (+229%) 22,2 bilhões de reais (+63,4%) 55,1% (+3,0 pp) +17,2% (+14,9 pessoas)
SOMA (SOMA3) R$ 42,5 milhões (+185%) 1,01 reais (+187%) 55,3% (-9,3 pp) +10,2% (+3,6 pp)
Marisa (AMAR3) – R$ 77,2 milhões (+44) 434 reais (+49,9%) 47,4% (+2,0 pp)
Guarapes (GUAR3) – 80,100 bilhões de reais (-23,6%) 173,5 milhões de reais (+39,6%) 57,9% (-5,9 pp) +3,6% (+0,9 pp)

Recuperação em abril e maio, mas cautela permanece

Confirmando a retomada, os números preliminares do segundo trimestre já mostram recuperação. Esse saque foi explicado pelos seguintes fatores: início parcial do FGTS em abril da metade; antecipação do 13° entre maio; o aumento do fluxo de pessoas após o abrandamento da pandemia.

O fator é chegada das temperaturas baixas no Sul e Sudeste, que se adaptam às vendas do segmento. Com o frio, como revendedores de moda comercializados suas peças das coleções-inverno, que normalmente possuem um tíquete médio mais alto, além do volume de vendas nas lojas.

A título dos Guararapes, meses da abril, a exemplo de abril, a criação da coleção ocorreu com a criação de mercadorias, a exemplo de 45% na geração de 45% na receita de 45% como mais força nos de receita.

Já a C&Aumentou um aumento da A Fluxo, além de ter os contratos com fornecedores das lojas diretamente com tecidos de fornecedores asiáticos para quem tem parceria com sinal – diante também do aumento dos custos de produção – para garantir para os custos de produçãoumma

“Diante das informações trazidas pelas companhias do setor de varejo, podemos ficar um pouco menos simistas com relação aos próximos, embora as incertezas impliquem pelo cenário atual ainda exijam certa cautela”, escreveu a Levante em relatório.

“Olhar para um período de apenas dois meses não pode ser considerado tão relacionado ainda, portanto, seguimos monitorando uma melhora mais robusta nos indicadores macroeconômicos, em especial uma inflação”, acrecentou a Levante Investimentos.

Mais lucrativas do triestre

1. Arezzo (ARZZ3)

Um tipo de Arezzo&Co teve um maior alto percentual de receitas Sem 1T22, de 67,9% em relação ao 1T21. Compare com o período pré-pandemia (1T19), a mais do que dobrou, aumentando 125%. O resultado foi imppulsionado pelo crescimento orgânico (+46% vs. 2019) e também inorgânico.

A marca Schutz se manteve como destaque da Arezzo, impulsionada principalmente pela Schutz EUA, embora e Arezzo também tenha reportado um desempenho sólido, mesmo sendo uma marca mais madura, avalia um XP.

A margem bruta da Arezzo cresceu +3,4 pp a/a, devido à fácil base de vendas comparação do canal de franquias, ao preço cheio nos canais vendido e uma maior participação das Schutz EUA.

Para os primeiros anos de crescimento vs.

2. Grupo Soma (SOMA3)

Já o Grupo SOMA3 ou resultados sólidos no 1T22, com um forte crescimento de receita e sempre confirmados em todas as marcas. A líquida líquida aumentou 56% ao contrario (a/a), puxada tanto por Soma receita % a/a Hering (+60% a/a) como com Her (+51% a/a).

Em Grupo Soma ex-Hering, destaque para Farm (+38% a/a), Animale (+50% a/a), Farm Global (+105% a/a) e NV (+66% a/a) como As principais contribuições para crescimento no trimestre, enquanto a Hering postou registros para um 1º trimestre à vendas que o foco do Soma foi reduzir a ruptura e melhorar o nível de entrega para fomentar o crescimento de (sellout).

O varejo destaque o destaque do Grupo Soma (lojas próprias do Grupo Soma +100% a/, franquias +4 por conta da base fácil em comparação, embora tenha sido atacado a ter se mantido1 forte (+62% a físico/a) e o digital ter 15% em cima de uma base forte. Integração com a Hering segue a todo vaporsegundo o CEO, Roberto Luiz Jatahy Gonçalves, o foco agora é abastecer de forma adequada a cadia para não gerar rupturas.

3. Rojas Rayner (LREN3)

Lojas Rayner Somou resultados sólidos de crescimento de receita, masrentabilidade ainda pressionada. A receita líquida consolidada cresceu +38% vs. 2019, impulsionada pela recuperação do varejo e pelo crescimento de receitas da Realize de +72% a/a, suportada pela expansão de seu portfólio combinado com os maiores custos no Meu Cartão.

O lucro líquido totalizou R$ 192 milhões (+21% a/a) beneficiado pelas receitas financeiras sobre os recursos levantados no follow-on, combinado a um menor pagamento de impostos devido a incentivos fiscais.

“A empresa destacou que o crescimento de acelerou em abril/2 e está otimizando as receitas acima como um ponto de resultados otimizados. atenção, uma vez que ele está acima dos níveis de 2019”, afirma a XP.

Para Flávio Conde, da Levante, a Renner é uma empresa bem estruturada e de sucesso. Ele destaca que as ações estão muito baratas porque estão no preço de 2018 “A Renner tem a melhor resultado do 1T2. Além disso, ela fez uma captação de quase R$ 4 bilhões em abril do ano passado e ela não gastou As outras empresas têm alguma dívida, e ela não tem dívidas”, afirma.

A perspectiva da Renner para o 2T22 tambémé boa. “Abril segue acelerando em volume de peças e transações em torno de dois dígitosO resultado de vendas têm superpositivos”, afirmou Fabio Adegas Faccio, CEO da Renner, ao destacar o bom desempenho de vendas até o momento com o Dia das Mães.

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