“Tem que dar valor”, dizem Matheus e Kauan sobre novos artistas

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Matheus e Kauan acabam de lançar o projeto audiovisual Se Melhorar Estraga, gravado em novembro de 2021 no Villa JK (SP), e que marcou a volta da dupla aos palcos após dois anos de paralisação em decorrência da pandemia. A primeira apresentação aconteceu nesta quinta-feira (17/5), Dia do Fã. Os sertanejos receberam a equipe da coluna LeoDias no camarim e conversaram sobre alguns temas, inclusive sobre o conceito de “artista”, assunto que nesta semana ganhou o centro das discussões em âmbito nacional.

Para Matheus, que iniciou na carreira compondo música para outros artistas antes de ganhar fama, o principal neste meio é respeitar o trabalho do outro. “Acho que se a pessoa atinge um certo lugar, é porque ela mereceu estar ali, é porque ela tem uma história. Ninguém pode apagar a história de ninguém”, ressaltou o cantor.

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Em especial no caso envolvendo Samantha Schmütz e Juliette, Matheus diz que foi um comentário num momento errado e de uma forma errada. “A gente respeita muito a trajetória da Juliette, ela foi uma grande incentivadora não somente para as mulheres, mas para os homens, para todo mundo, a gente vê que ela é uma menina guerreira e que corre atrás dos sonhos e em busca de melhorar cada vez mais. A gente tem visto os shows dela, que são um espetáculo. Temos sempre é que apoiar o próximo, a gente já vive muita coisa ruim”.

“Tem que dar valor, ela já era artista antes antes da fama” – Kauan sobre Juliette

“Ela era maquiadora antes da fama e maquiadora também é uma artista. O que é ser artista? Falar isso é limitar muito, a gente tem pessoas que trabalham em várias áreas. Um cara que trabalha com carro, por exemplo, ele pode fazer uma coisa que ninguém faz, ele já é um artista só por isso. Assim como o cara que compõe, ele é artista. Não se pode diminui ninguém. Ela tem a arte dela e é realmente uma menina muito doce, sabe o que quer da vida, chegou aqui porque mereceu”, disse Kauan a nossa equipe.

“Guerra” por posição de destaque nos streaming musicais

Matheus explica que a relação de ambos com números de views nas plataformas é bem tranquila e que não há maiores preocupações, uma vez que o foco da dupla é ser assertivo em repertório, composições e no trabalho de fazer música boa e de qualidade para o público.

“A gente nunca se preocupou com posicionamento em lugar nenhum, o principal é fazer o que a gente ama e a gente tem conseguidos levar a nossa carreira durante esses quase 12 anos aí, com grande sucesso e maestria por ser assim, de não se preocupar em estar no topo e sim de fazer música boa, fazer o que a gente ama e gosta”, explicou ele.

Kauna acha a “guerra” por pódio uma coisa saudável. ” Lógico que é muito importante a gente sempre estar ali no Top 10 e isso tem acontecido naturalmente, não é uma coisa que a gente força, são os nossos fãs que gostam do nosso trabalho e nos colocam nesse lugar. A gente fica muito feliz de estar ali, mas não sob pressão”.

Crescimento da dupla e processo criativo no trabalho

“Hoje em dia, 90% das coisas que a gente grava são coisas que a gente mesmo escreve. Na pandemia eu não fiz nenhuma música porque a gente não viveu o cotidiano das pessoas. E a coisa mais legal que tem é você entrar no camarim e falar com fã: ‘Nossa, a história do meu casamento é uma música de vocês. E a gente sempre pergunta para a pessoa contar mais um pouco. Então, essas histórias do dia a dia que depois viram música, são as histórias dos nossos fãs”, contou Matheus, animado com a recepção do novo projeto.

“Se Melhorar Estraga foi gravado no final no ano passado, é bastante altoral, um repertório que a gente escolheu a dedo, a gente teve um periodo longo, parado em casa, aproveitamos para estudar e escutar esse repertório. A gente tinha lançado alguns EP’s, que são trabalhos separados e a galera tem feito este trabalho de lançar EP’s. O Se Melhorar Estraga, são 15 ou 16 músicas deste trabalho de EP’s, que são todas inéditas e uma regravação, que é Ser Humano ou Anjo. Estamos muito felizes com o resultado deste trabalho, esse processo criativo durou três meses, os outros são sempre 10 ou 20 dias. A gente já gravou DVD com 10 dias, o Na Praia, que foi um DVD que alavancou a nossa carreira, O Nosso Santo Bateu, com várias músicas, a gente teve 10 dias para produzir, compor as músicas. Nossa carreria sempre foi baseada no que a gente sente no momento. De alguma forma isso nos conecta com as pessoas, porque é uma forma mais intensa de viver a vida. O que a gente gosta é de fazer as coisas na intensidade”, anotou Matheus.

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