Projeto de incentivo a carros elétricos aprovados no Senado

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O Senado agradece nesta quinta-feira (12) um projeto de lei que cria uma política de incentivo ao desenvolvimento de carros e veículos elétricos não Brasil. O projeto, proposto pela senadora Leila Barros (PDT-DF) e deferido pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

De acordo com o texto, nos primeiros dez anos da regulamentação, as empresas do programa Rota 2030 são aplicadas 1,5% dos benefícios tributários em pesquisas de instituições públicas sobre o desenvolvimento de carros elétricos. A lei no Senado condiciona investimentos em geração energética para os carros elétricos também a partir do etanol.

“Na China e na Alemanha, por exemplo, ocorreu um rápido avanço na venda de carros elétricos”, disse o da CCT, Rodrigo Cunha (União AL). “Na Alemanha, esses veículos representam 26% das vendas de carros elétricos em 2021. O avanço dos veículos é um processo rápido elétrico, elétrico e global. Então o Brasil precisa planejar o futuro de nossa indústria automotiva, que é 20% do PIB industrial.”

Ainda deve buscar novas composições Cunha, o Brasil pelo fato de possuir inúmeras riquezas, devendo buscar novas composições de bateria. “Podemos fabricar as baterias mesmo e então exportá-las aqui para o mercado de fora, em vez de simplesmente enviar esses recursos para outros países fabricar das baterias. E ainda tem um importante mercado que pode se abrir para nossos biocombustíveis, que pode servir até para motores de aeronaves”, explica.

Financiamento pode chegar a R$ 1,3 bi no primeiro decênio

Como renúncias fiscais A disponibilidade no Rotam chegará a R$ 9 bilhões, chegando a R$ 9 bilhões, os próximos de R$ 9 bilhões de incentivos à eletrobilidade atingiram os próximos milhões, próximos de R$ 135 milhões, próximos de R$ 135 milhões, próximos de R$ 9 bilhões. Nos sejam dez primeiros anos, o financiamento pode chegar a R$ 1,3 bilhões, caso a proposta aprovada.

Estabelecido por Michel Temer no fim de 2018, Rota 2030 prevê uma concessão de benefícios fiscais a montadoras de carros nos próximos dez anos. Em troca disso, as empresas vão se firmar de desenvolver tecnologicamente os meios de comercialização e comercializadores no Brasil, evoluir a cadeia de desenvolvimento autopeças e autoridade energética. Pelo novo programa, o avanço em economia de consumo de combustível e redução como redução de CO2 terão meta obrigatória um aumento de 11%.

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