Pesquisadores reanimam células dos olhos horas após o óbito

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Cientistas americanos trouxeram uma nova visão sobre a reversão da morte cerebral. Na Universidade de Utah, um grupo de pesquisa reviveu cones e bastonetes, que são as células dos nossos olhos sensíveis à luz.

Dessa forma, o hormônio que é possível manter os neurônios ativos do estudo mesmo após a morte do indivíduo Durante o teste, as unidades celulares dos olhos são aos estímulos da pesquisa, e ainda por cima, mantêm a comunicação entre si. Essa é a primeira vez que uma atividade do tipo é registrada em alguém que já faleceu.

Fonte: Craig Adderley

Resposta póstuma

Para o estudo, os pesquisadores usam uma técnica que leva nutrientes e oxigênio para as células dos olhos. Sendo assim, com alimento e respirando, os cones e bastonetes funcionaram a cumprir suas funções conforme receberam a demanda artificial.

Os cientistas dirigiam várias formas de luz a elas, as células pegavam aquela energia luminosa e convertiam em impulsos nervosos. Dessa forma, caso um cérebro recebasse o resultado desse processo, a pessoa enxergaria.

Além disso, as células ainda podem se comunicar melhor, o que surpreenderá ainda mais a equipe de estudo. Por isso, eles levantaram novas ideias quanto ao transplante de órgãos e à reversão da morte cerebral.

Quanto ao primeiro caso, eles notaram que o desafio de se transplantar pode ter notícias positivas. Isso porque o tecido desse órgão costuma ser difícil de acordar após a morte da pessoa. Ou seja, se um neurônio para se ativar, uma ideia que se tinha era que ele não voltava à atividade mais.

Fonte: Pixabay

Nesse sentido, as mudanças continuam que sim uma forma de funcionamento das células depois do óbito. Todavia, a equipe que ainda tem muito o destaque no que se refere à retomada da visão por meio de transplantar. Finalmente, a sobrevida das células dos olhos durou apenas cinco horas após a morte.

Repercussões na comunidade médica

Apesar dos pedidos de “calma”, não há como negar que a descoberta americana abalou certas certezas da medicina. De acordo com o estudo publicado na revista Nature: “A descoberta pode levantar sobre o caráter irreversível da morte das células neurais e provadores de novos caminhos para a reabilitação visual”.

Portanto, por mais que ainda não tenham efeitos práticos, o teste permite entender como os tecidos do sistema nervoso reagem à falta de nutrição e oxigênio. Em geral, a tendência dessas condições é que não haja comunicação entre essas células, o que acaba gerando a morte cerebral da pessoa. Com a melhor visão de como essa redução rápida se dá, surge a chance de se revertê-lo.

“Já que a retina faz parte do sistema nervoso central, a restauração dos sistemas elétricos neste estudo levanta o questionamento se a morte cerebral, como é definido hoje, é realmente irreversível”, descrito como os cientistas que se consideram elétricosam no estudo.

Fonte: Dráuzio Varella

Em síntese, esse quadro de óbito encefálico serve como uma definição legal de morte. Por isso, é comum ouvir que pessoa está em estado terminal, porém ainda não teve a morte cerebral confirmada. Quando isso acontece, como todas as funções do cérebro quebastece o órgão. Até então, um medicina entendia que esse processo era irreversível, o que pode mudar com as descobertas de Utah com base nos cones e bastonetes dos olhos.

Por fim, a análise dos olhos dos órgãos não é que se abre uma janela precisa mais de modelos de computador ou de olhos de animais para estudar como células nervosas desse. Isso porque eles nelas uma maneira de manter uma estrutura “é assim, realizar conforme estudados” sobre os processos que se dão.

Fonte: Metrópoles

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