Ibovespa segue bolsas globais e abre em queda, com temor da inflação

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Na Ásia, as bolsas fecham majoritariamente em baixa nesta quinta. (Imagem: Money Times/Diana Cheng)

O Ibovespa A abertura do pregão do pregão da quinta-feira (19), com os índices futuros-americanos em baixa por conta da preocupação dos investidores com inflação.

Por volta das 10h05, ao principal índice da bolsa recuava 0,41%, aos 105,8 mil pontos. Os futuros da S&P caíram 1,13%, enquanto o Stoxx 600 tinha baixa de 2,12%.

Ontem, o temor do mercado foi alimentado por rumores em relação a bloqueios para conter contágios da covid-19 em regiões na cidade de Tainjin, na China.

Os investidores viram uma postergação possível de normalização das cadeias produtivas, o que geraria uma inflação persistentemente mais elevada ao redor do mundo.

Na Ásia, as bolsas fecham majoritariamente na baixa quinta, em um reflexo das bolsas das bolsas americanas no dia anterior. O índice Hang Seng (Hong Kong) caiu 2,54% e o Nikkei japonês recuou 1,89%.

O mercado agora a divulgação da ATA do Banco Central Europeu há pouco, que mostrou que dirigentes podem aumentar o problema com os números de alta inflação. O vice-presidente da instituição, Luis de Guindos, fala às 9h30 (horário de Brasília).

Os Estados Unidosam que os novos pedidos de auxílio-desemprego foram informados na semana passada. No entanto, o mercado de trabalho continua apertado em meio à de trabalhador.

Os iniciais de auxílio-desemprego pedidos em 21 mil, para 21 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 14 de maio, o nível mais alto desde janeiro, disse o Departamento do Trabalho nesta quinta.

Ainda na agenda dos EUA, o presidente do Fed Minneapolis, Neel Kashkari, fala a partir das 17h.

Agenda local

O BB Investimentos que, em dia de agenda do mercado de indicadores, destaca-se pelos discursos do Ministério da Economia na divulgação de suas macroeconômicas projetadas, especialmente para o PIB e inflação.

A Secretaria de Política da Pasta divulgada às 14h30 a nova grade de parâmetros econômicos, com ajustes atualizados para o PIB e inflação.

Em seguida, o ministro da Economia, Paulo Guedes e o secretário de Política Econômica, Pedro Calhman, falam sobre o documento.

Ontem, a Câmara de um projeto de lei complementar de 17% do ICMS, que fixa um incidente sobre energia e combustíveis.

A urgência aprovada significa que o projeto pode ir direto ao plenário da Câmara sem passar pelas comissões.

Conforme destaque o analista da previsão Matheus Spiess, o avanço, do texto da previsão do relatório de avaliação fiscal, os destaques mais longos da curva de juros – e, assim, deteriorando-se mais longos da curva de juros – e, assim, deteriorando-se sobre as empresas.

*Com informações da Reuters

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