Do toombo ao crescimento de dois dígitos: seguro de vida se reinventa na pandemia e ganhe mais adeptos

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“A pandemia revolucionou o mercado de seguros como um todo no Brasil”. Quem diz isso é Augusto Coelho Cardoso, Diretor da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão responsável pela regulação do setor no país.

Anterior a 2020 (primeiro ano da crise sanitária deflagrada pelo coronavírus), afirmação de Cardoso soaria insensata: seguros, geralmente, não cobrem pandemias de eventos imprevisíveis.

“O caminho da pandemia tem como padrão a vida direta: não tem como oferecer proteção. “Porém, podíamos fugir do propósito social do serviço que seriamos, pensaríamos mesmo que os prejuízos

Bernardes conta que a decisão foi “oferecer a cobertura de Covid-19 de forma gratuita porque, no longo prazo, esta ação pode alavancar o mercado”. Dito e feito.

Os números da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) mostram que entre abril de 2020, quando a pandemia já havia sido decretada, e março de 2022 foram registrados 175.307 sinistros e pagamentos R$ 6,5 bilhões em indenizaçõesdecrentes da Covid-19 pelo mercado segurador.

Manes Erhman, diretor da corretora digital Minuto Seguros, conta que os funcionários financeiros tiveram bilionários aoocercer cobertura para a pandemia, porém, não foi revelado. “Mas sabe saber de que esse cenário tinha, por exemplo, mais potencial de vida”, diz.

As contratações de seguro de vida nunca foram pujantes no país. Bom, não eram até a pandemia: “o mercado de seguro de vida está em franca expansão em decorrência, justamente, da Covid-19”, confirmado pelo diretor da Susep.

Na plataforma da Minuto Seguros, em abril de 2021, foram registrados o maior volume de buscas por seguros de vida do ano — alta de 150% em relação ao mesmo mes de 2020. Depois, em setembro de 2021, a procura cresceu 60 % na comparação com o mesmo mes de 2020.

Em termos de seguros fechados, dados da Susep indicam que o volume de prêmios de pessoas seguro (valor os seguros pagos às pessoas 2 que foram gerados) atingiu R$ 10,0 bilhões no número de 202 bilhões, 4 bilhões em maior ao registrado não tem nenhuma frente.

O destaque da categoria pessoas ficou, justamente, com o seguro de vida individual, responsável por 23,5, um crescimentonominal de 17,4% no mesmo período.

A alta de quase 20% entre 2018 e 2019 por um efeito estatístico de reclassificação de produto da empresa, em de abril de 2019 desencadeia-se com uma promoção na casa de R$ 200 milhões contidos nos sistemas da empresa, desencade com uma recompensa na casa de R$ 200 milhões contidos nos sistemas Susep.

“O produto, que antes era contabilizado como aquela vida, passou a ser o que continua a ser uma vida individual. entre 2018 e 2019 foi de cerca de 7,7%”, explica, por nota, a Susep.

O crescimento do mercado de seguros em 2021 está relacionado e reflete um novo olhar dos brasileiros em relação às repercussões da vida, garantidos e especialistas e executivos do setor Consultados pelo moeda de informação.

“Uma epidemia foi perversa e as pessoas pensaram em mais seguro de vida. Elas se perguntam: o que podem fazer comigo? afirma Carlos Gondim, deretor de vida e previdência do Porto.

“Os pagamentos de indenizações foram considerados como pessoas mais abertas para os futuros projetos. Elas começaram a entender uma proteção que poderia ser necessária”, execução concluída.

Fabiano Vidal, Diretor do Departamento Comercial da Prudential do Brasil, afirma que os seguros também foram fundamentais para quem sobreviveu ao coronavírus. “Muitas pessoas foram consideradas importantes por causa das circunstâncias, e são consideradas muito familiares.

A pandemia também abriu caminho para outras finalidades de atendimento do seguro de vida ficassem mais conhecidas, diz Pedro Dalla Stella, sócio-fundador da SDS Insurance, corretora de seguros sediada em São Paulo e não focada de clientes da Classe A.

“A ferramenta segura de vida é uma proteção e pode ter uma série de funções financeiras para além da cobertura de morte. Funeral, acidentes pessoais, entre outras modalidades”, Dalla Stella.

Desembolização

Considere também como indenizações oriundas em todo o mercado de seguro de vida — não apenas corrente da Covid-19 — o volume pago pelo seguro de seguro de vida entre 2020 e 2021 já soma 1,75 bilhão de reais.

A lógica a seguir a dois modelos seguidos por dois modelos: um, conforme as empresas orientadas para os clientes com os outros clientes que vêm sendo justos-19 e com os clientes que vieram para a Covid-19 e com os outros, reais, os valores dos seguros nos novos.

“Grande parte do Brasil, por Sus Cás, que operam no exemplo são verdadeiros. Se elas já cobrem nos EUA, porque não ampliarão nos EUA?

Na Porto, uma carência de 90 dias foi criada aos contratos novos para evitar que “num pessoa segurada para Covid e, no outro, seguro de um seguro”, afirma Carlos Gondim. Desde julho, a empresa também aplica nas contratações de seguro de vida aos clientes com esquema vacinal completo (uma dose julho, no caso da vacina Janssen; e duas doses aprovadas para os demais imunizantes pela Anvisa), um meio Incentivar a mais contra o Covid-19 e mais clientes.

Na Prudential, conforme as indenizações chegaram a 300 milhões entre 2020 e 2021, e a empresa segue oferecendo a cobertura para Covid-19. “Também adotamos uma carência de 90 dias para novos client. Mas não recusamos sinistros advindos da pandemia”, afirma Vidal.

“Nós não alteramos apenas os casos da Covid-19. . Uma empresa também segue indenizando clientes na pandemia.

Para Dalla Stella da SDS Insurance, criada como novos criados são mais designados para clientes na pandemia. “Tem sido feito mais exames e mais documentos para fechar a confirmação”, afirma comum.

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contrato distante

Ao mesmo tempo em que uma exigência para fechar os contratos desenvolvidos, o formato online das empresas executou os negócios com facilidade, os contratos desenvolvidos pelo setor.

“Pandemia de contratação remota com entrevistas on-line, induzidas por meios eletrônicos de contratação remota, por meio disso, mecanismos eletrônicos de contratação e mecanismos de simulação. Tudo facilita a vida do consumidor. da Susep.

“Antes [da pandemia] era tão remoto quanto o produto de personalização, mas muitos clientes se acostumaram com o formato isso, até atender um cliente do Nordeste ou presencialmente sem sair de casa”, Dalla Stella.

O formato online, segundo Cardoso, pode democratizar o acesso aos seguros. “Se as pessoas a percepção de que o seguro de vida não é para elas, os produtos online e mais baratos podem ajudar a desfazer essa imagem e impelir ainda mais o setor”.

A XP Seguros, regulamentada Susep como player, lançou em janeiro seu primeiro produto de seguro de vida e só basta alguns cliques neste mercado para concluir o processo.

“Fizemos um produto com coberturas de até 300 milhões de reais e contratação de compra digital via aplicativo. O cliente pode montar ou pacote, adicionar ou remover”, conta Amancio Paladino, diretor de investimentos da XP Seguros.

Crescimento

Dados da Minuto Seguros sinalizam que 2022 deve ser um bom ano para o seguro de vida. Em janeiro houve um aumento de 215% nas buscas pelo tema em relação ao mesmo mes de 2020.

“Em fevereiro deste ano houve uma discreta queda na busca. Porém, já nos primeiros 15 dias de março, a procura se igualou aos números de março de 2021”, aponta Manes Erlichman. No primeiro triestre de 2022, as buscas subiram cerca de 25% em relação ao mesmo período de 2021, e 90% em relação a 2020.

Na XP Corretora de Seguros, a contratação de seguro de vida disparou. “Saí uma média de contratação cerca de 200 modelos de XP20 de mês em 2022.500 em abril de 2022 para 2.500 em abril Daian Moura, Head of de seguros de vida da XP20 Investimentos”.

A SulAmérica também registra aumento de receita oriundo dos seguros de vida no primeiro trimestre de 2022, com R$ 122,3 milhões — alta de 19,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em seu último resultado equilibradoa SulAmérica informa que os custos associados às indenizações de Covid-19 somam cerca de R$13 milhões no primeiro trimestre deste ano, com redução do índice de sinisttralidade (razão entre sinistros e prêmios) para 42,4%, queda de 38,7 pontos percentuais (pp) em relação ao mesmo período de 2021. Segundo a empresa, o desempenho indica o retorno do índice de sinistralidade a observações observadas na fase pré-pandemia.

A Porto, que também seu balanço do primeiro triestre de 2022teve aumento de 20,7% nos prêmios em seguro de vida, com alta de 53 mil pessoas seguradas, totalizando 4,3 milhões de clientes, na comparação com o mesmo período de 2021.

“Hoje em diante, determinamos que as pessoas estão mudando ainda a percepção em relação do avanço de um potencial contrat para”, avaliamos Cardoso, diretor de um potencial contrato. “Não vejo retrocesso o setor de seguro de vida tem mais porque crescer e a ideia mais crescer conforme um serviço para fazer sentido para as pessoas”.

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Leia Mays

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