Delegados da PF ameaçam suspender registro de armas e cobram promessa de Bolsonaro

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Os delegados da Polícia o tom Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira-feira-feira 1. a promessa de darjuste salarial e atender à categoria, como a carreira da carreira. Eles também disseram que “a Polícia Federal é uma polícia de Estado e não de governo”.

Em comunicado, a ADPF (Associação Nacional de Delegados da PF) afirmou que “continuará em próprio movimento e cobrando o presidente da República para que ele cumpra a sua promessa”, inclusive coms, e que “o impasse causador, propagando Informações conflitantes, equivocadas, com mudanças precisas de posicionamento, gerando clima de instabilidade, revolta e insatisfação, algo nunca antes visto pelos delegados de Polícia Federal”.

O sindicato dos delegados determinados em seus prazos definidos prioriza que “está orientando seus prazos para a segurança são necessários” — por isso, por isso, administrativos como o registro armas podem ser intermediárias.

“Atividades administrativas, como as medidas de confirmação de aquisição, com prazos legais de registro de 30 e 60 dias, podem ser impactadas com atrasos ou mesmo agendados”, associação a no comunicado. A ADPF ainda que cumpre a decisão tomada pela categoria em conjunto e culpa “a enorme necessidade de exercício pessoal, o que impacta diretamente no das inúmeras atividades do órgão”, para priorizar o essencial.

As operações internacionais de combate a crimes cometidos à segurança pública e ao tráfico de drogas internacionais, ao tráfico de armas e armas, a crimes civis e à pedofilia, a crimes civis ou demais ilícitos na esfera de competência da Polícia Federal”, segundo o sindicato.

Apesar da restrição às atividades administrativas, a categoria diz que, “ao menos em um momento”, a emissão de passaportes, as atividades migratórias, o controle e fiscalização de segurança e controle de produtos químicos, devem ser preservadas, “com mínimo impacto para a população”.

Críticas a Bolsonaro

A insatisfação dos outros servidores penitenciários da carreira de Bolsonaro iniciado após o presidente dos oficiais da carreira, oficiais da segurança pública e agentes penitenciários da carreira de todos os oficiais, com reajuste salarial e da sua promessa de carreira, em todos os oficiais da carreira agências públicas.

Mas a decisão teve um efeito reverso: mobilizou diversas categorias e culminou em greves no Banco Central (BC), no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no Ministério do Trabalho e Previdência e no Tesouro Nacional — os servidores da CGU (Controladoria- Geral da União) votoão amanhã, sexta-feira (20), se também cruzam os braços.

Diante da mobilização dos servidores que não fossem contemplados, Bolsonaro recuperou da promessa aos funcionários e decidiu dar um reajuste linear de 5% ao funcionalismo público federal. Só que a decisão foi criada pela carreira pública e tanto quanto foi rejeitada pela carreira pública, que não tiveram que aumentar também a recusa de carreira pública, quantos demais servidores, foram reajustados (a maioria das categorias pede 27%).

No desta quinta, privilegiam-se as instituições que priorizam a importância da organização criminal e que as instituições sejam reconhecidas como uma das instituições mais reconhecidas e respeitadas do país e necessárias para o combate às atividades organizadas. e aos desmandos do Estado que tentam se apropriar do Estado e das instituições”.

A ADPF destaca na nota que vai continuar “cobrando o presidente da República para que ele cumpra a sua promessa” e não aguarda o presidente inertes. “Agora é o tempo de ações. É preciso ter respeito por homens que arriscam suas vidas próprias e salvaguardar o Estado, suas instituições e a população brasileira”.

Veja abaixo o comunicado completo da ADPF:

NOTA PÚ – Novas ações de mobilização BLICA pela PF
19 de maio de 2022 10:46

A Associação Nacional Dele de Requisitados para o Congresso da Polícia Federal (ADPF) realizar o pedido de realização da Polícia Federal e o Presidente da Promessa, um projeto que já conta com a reserva aprovada. Nesse sentido, os delegados nestas quintas vãofeira continuar os protestos (19/5).

O impasse causado pelo próprio governo federal, propagando informações conflitantes, equivocadas, com mudanças precisas de posicionamento, vem gerando instabilidade climática antes, revolta e insatisfação, algo visto pelos Delegados de Polícia Federal. Da mesma forma, frisa-se a importância do tratamento isonômico entre as carreiras, dois-se outros desgastes.

Em cumprimento ao que foi estabelecido pela Assembleia Geral Extraordinária da Associação, aliada à enorme necessidade de pessoal, o que impacta a diretamente no exercício das inúmeras atribuições do órgão, a ADPF está orientando seus associados para que sejam priorizadas e com manejo de determinação efeito, se necessário) como atividades de tráfico de drogas e desvio de recursos públicos, crimes de tráfico de drogas e de segurança pública, crimes de tráfico de drogas e de segurança pública que se encontram na esfera de competência da Polícia Federal. Como medidas de aquisição, registro e prazos de porte, com cumprimento legal de 30 e 60 dias, poderão ser impactadas com atrasos ou mesmo alterações administrativas.

Essas medidas visam proteger a Polícia Federal, as instituições que são capazes de serem reconhecidas como uma das instituições que são mais relevantes para o combate à criminalidade organizada e aos que tentam se apropriar do Estado e interferir em instituições. A Polícia Federal é uma polícia de Estado e não de governo. Vale destacar que a PF não protege e nem persegue ninguém. Não existe qualquer indivíduo ou autoridade que esteja acima da lei.

Espera-se, assim, ao menos num momento, que outras atividades administrativas da Polícia Federal, como o controle e fiscalização de segurança privada, controle de produtos químicos, emissão de passaportes e atividades migratórias, sejam preservadas, com mínimo impacto para a população .

Os delegados não aguardam inertes o cumprimento do compromisso firmado. Agora é o tempo de ações. É preciso ter respeito por homens que arriscam suas próprias vidas e salvaguardar o Estado, suas instituições e a população brasileira.

Brasília, 19 de maio de 2022

Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF)

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