Cápsula da Boeing decola rumo à ISS em teste-chave

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A gigante aeroespacial americana Boeing lançou nesta quinta-feira (19) sua cápsula Starliner rumor à Estação Espacial Internacional (ISS) em um voo de teste não tripulado-chave, após anos de falhas e falsos começos.

A Voo de Teste 2 (OFT-2 decolou às 2 nave espacial da missão da segundah54 G decolou às 2 nave espacial da NASA2) sobre um foguete Atlas VMT da missão da United Espacial sobre lançamento ao foguete Alliance, transmissão vivo da Nasa.

A missão da missão é fundamental para um sucesso devido à manutenção da Boeing, após um primeiro fracasso da chegada à ISS fracassou ao erro de software, que implicaram muito combustível para o destino e a destruição da nave durante o destino e a possibilidade de destruição a sua reentrada.

“É um grande momento”, disse a vice-administradora da Nasa Pam Melroy pouco antes do lançamento. “Quando construímos uma estação focada em toda a ciência incrível que trabalha em inovação. Ter agora outra forma de chegar lá simplesmente nos dá mais resiliência.”

Depois de anos de fracassos e adiamentos, a companhia aeronáutica americana Boeing tentará voltar à concorrência com a SpaceX para servir de “táxi” espacial para a Nasa.

– Dia de redenção –

Ambas as receberam contratos de 2014 com valores fixos de US$ 4,2 bilhões para a Boeing e US$ 2,6 bilhões, pouco tempo espacial após a divulgação do programa do ônibus, uma época na qual SpaceX dependiam dos foguetes russos Soyuz para chegar ao laboratório orbital.

A Boeing, com sua história centenária, foi considerada por muitos uma aposta segura frente à quase inexperimentada SpaceX. Mas a empresa de Musk invejou recentemente sua quarta tripulação de rotina para uma plataforma, enquanto os atrasos à empresa de desenvolvimento da Boeing não foram desenvolvidos.

A Starliner deve ser acoplar à ISS cerca de 24 horas após o lançamento e entregar mais de 226 kg de carga, incluindo comida e outros suprimentos, como roupas ou sacos de dormir, para uma tripulação.

O voo-te sem tripulação está destinado a determinar se uma cápsula será capaz de transportar humanos. Já tinha sido testado, mas sem sucesso, em 2019, quando a nave teve que retornar à Terra antes do tempo, uma catástrofe.

Depois, em agosto de 2021, um novo teste teve que ser cancelado pouco antes do lançamento, devido a um problema definido durante as verificações finais.

Enquanto isso, a SpaceX já realizou com seus próprios testes e começou um sucessor astronautas da Nasa em regulares.

No total, a empresa do bilionário Elon Musk já transportou 18 astronautas com sua própria cápsula, a Dragon, assim como quatro turistas em uma missão espacial que pagaram para estar.

A agência espacial quer se diversificar, a Nasa quer diversificar suas opções para não voltar a correr o risco de ficar sem meios de transporte americanos, como se viu depois das missões de transporte americano em 2011. Até o algo aconteceu da SpaceX, a agência espacial obrigada a pagar por vagas de tripulantes nos foguetes Soyuz da Rússia.

O lançamento desta quinta-feira é “um passo crucial” para se obter “dois veículos que transportam tripulações de forma regular”, disse na terça-feira Dana Weigel, subdiretora do programa ISS da Nasa, em uma coletiva de imprensa. Um dirigente destacado que foi assinado um contrato de preço tanto com SpaceX quanto com Boeing.

– Acoplamento delicado –

Durante o teste, uma boneca chamada Rosie não será aceita pelo comandante. Ela está equipada com a informação sobre os movimentos da estrutura.

A aproximação da ISS nesta sexta, por volta das 20h de Brasília, será acompanhada de perto da estação pelos astronautas a bordo. Primeiro, ordenar que a cápsula se estabilize a cerca de 250 metros de distância, antes de proceder com uma delicada manobra de contato e acoplagem. Horas depois, a escotilha da cápsula será aberta.

A Starliner deve permanecer acoplada à ISS durante cinco dias, antes de retornar à Terra para pousar em pleno deserto do estado do Novo México, no oeste dos Estados Unidos, na base de White Sands.

– Contratempos em sequência –

O desenvolvimento do Starliner acabou se transformando em uma longa epopeia de obstáculos.

Em 2019, a cápsula não pôde entrar na órbita correta devido a um problema com seu relógio e teve que retornar à Terra depois de dias. A Boeing depois de detectar que outros problemas de software quase podem provocar uma anomalia grave de voo.

A Nasau uma longa lista de prescreve e prescreve para ser realizada.

Depois, em 20 dispositivos21, quando o foguete já estava na plataforma de lançamento para uma nova descolagem, um problema de ativação ocorreu uma ativação de equipamento na cápsula e o que voltar a funcionar para inspeções durante 10 meses.

O problematicamente foi resolvido isolando herme como novas entradas, com o objetivo de evitar a umidade, explicado na terça-feira Mark Nappi, gerente da Boeing. No entanto, outras soluções a longo prazo, inclusive, estão sendo alteradas para o futuro pelos especialistas.

Muita coisa está em jogo para a companhia, que espera poder realizar um primeiro voo tripulado no fim do ano. Esta missão de teste será fundamental para obter finalmente a aprovação da Nasa.

Mas o cronograma previsto para o tempo, fazendo o desempenho da cápsula, pode ao mesmo tempo recuperar um pouco a imagem da Boeing, prejudicando bastante o tempo em sequência.



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