Brasil cria mercado de carbono regulado. Análise por que a notícia é boa

0
31

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anuncia a criação das bases para o que o Brasil participar de um mercado que movimentou 700 bilhões de euros em 2021 (Crédito: Ministério do Meio Ambiente)

Após mais de dez anos de discussão e da estagnação de um projeto de lei (PL 528/2021) no Congresso Nacional, o ministro do Meio Ambiente Joaquim Leite anunciou na quarta-feira (18) a criação de um mercado brasileiro de carbono por meio de decreto presidencial. O anúncio, que chegou a ser previsto para novembro do ano passado a COP-26, animou agentes do mercado. “É um marco na luta contra as mudanças climáticas”, afirmou à DINHEIRO o CEO da Waycarbon, Felipe Bittencourt.

O texto final, ao contrário do prometido pelo ministro, ainda não foi divulgado, mas na versão preliminar estabelece dois pontos essenciais. O primeiro é a criação do Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Sinare). Em outras palavras, cria o mercado regulamentado no Brasil. Até hoje, o País operava apenas no mercado voluntário. Na prática, isso significa no modelo voluntário, compensam o seguinte: de carbono quem quer. Não importa o setor, a proposta de. ou o porte da empresa Ninguém era obrigado a compensar os gases de efeito estufa (GEE) que lançavam para a atmosfera. Já no mercado regulamentado, os setores industriais passam a ter metas a serem obrigatórios de forma obrigatória. Isso leva ao segundo ponto essencial.

Pelo documento preliminar, fica estabelecida a obrigatoriedade da criação dos Planos Setoriais de Mitigação da Mudança do Clima. Na versão inicial, nove setores terão 120 dias, publicado a publicação do ministério, para estabelecer como metas de redução de redução dos GEE e comunicá-las aos Ministérios da Economia e do Meio Ambiente. Com as seguintes condições: precisam ser mensuráveis, verificáveis ​​e em linha com o compromisso do País de ser Netzero até 2050. Se não o fizerem, as metas serão estipuladas pelo próprio governo.

E por que esse documento é tão importante? Porque ele estabelece regras e dá um início de governança a um mercado de carbono no Brasil. Com os conceitos e normas, os modelos como as empresas e as empresas mais seguras e estabelecem uma estratégia para entrar em um negócio global de euros no ano 70, segundo estimativas do Safraset, segundo estimativas do Safraset. “O mercado regulado já existe em 65 países”, afirmou Bittencourt, da Waycarbon. “Estávamos ficando para trás”. Com o decreto o País, mas não dá para se dar passo. É preciso que avance e que se criem instrumentos para que seja de fato igual. De outra maneira é mais uma dessas legislações que funcionam muito bem… no papel.



LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here