BR Properties estará disponível no futuro após a venda de ativos para Brookfield – Money Times

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A companhia terminou o primeiro trimestre com vacância física de 24,7%, ante 32,2% no mesmo período de 2021 (Imagem: arturmarciniecphotos)

Um gestor de ativos imóveis BR Propriedades adotará uma postura conservadora após o acordo para venda de quase todo seu portfólio de lajes corporativas para canadense Brookfield por quase 6 bilhões de reais, disseram executivos da empresa nesta quinta-feira.

Destinado a ter que pagar 350% das despesas financeiras principalmente a o grupo de impactos da alta da alta dos recursos financeiros para o grupo de impacto que não teve impacto de 100% da alta dos rendimentos para que o grupo teve impacto de 100% da alta dos negócios para evitar que o grupo teve impacto de 100% da alta dos negócios para evitar que o grupo teve impacto de 350% da economia que tiveram impacto de BR 100% da economia que tiveram impacto de BR 100% Properties opera no segmento, disse o presidente Martín Jaco, em conferência com analistas.

A companhia terminou o primeiro trimestre com vacância física de 24,7%, ante 32,2% no mesmo período de 2021.

Mas as despesas gerais e administrativas subiram 31%, para quase 31 milhões de reais, das quais 15,7 milhões relacionam-se à vacância.

A dívida líquida era de 2,1 bilhões de reais, para uma caixa e equivalentes de caixa de 844 milhões.

“Saímos de uma posição extremamente influenciada pelos juros, que não nos permite fazer mais nada, porque qualquer trabalho que façamos na companhia a parte financeira quase comia todo o resultado…para uma que traz uma flexibilidade importante para tomarmos as decisões sem essa pressão” , afirmou o executivo.

Propriedades TNU, BR
A dívida líquida era de 2,1 bilhões de reais, para uma caixa e equivalentes de caixa de 844 milhões (Imagem: Divulgação/BR Properties)

Segundo a prioridade é os recursos para despesas como despesas financeiras da companhia e avaliação eventual pagamento de os acionistas, algo que deve ser dividido para ser utilizado nas próximas semanas.

A promoção da BR Properties é uma transação, anunciada na véspera e que fecharam a cerca de 12 estabelecimentos comerciais dias400 mil, “em dias próximos e3 já fecharam a cerca de 400 mil lojas”,

Como ações da companhia recuavam 4,2% às 16h00, para 9,31 reais.

Os papéis não fazem parte do Ibovespa (IBOV), que no mesmo horário avançava 0,89%.

Ante o pico de perda da pandemia20 em fevereiro de 2, pouco antes da chegada oficial ao país, a ação da BR Properties38,3% em relação ao fechamento da véspera.

A BR Properties permanecerá com dois edifícios comerciais no portfólio após a venda de Janeiro, o Passeio Corporate, no Rio, e um alugado para a Vale (VALE3), em Nova Lima (MG), que estão com ocupação quase completa, segundo o executivo. Ambos podem ser de alvos para análise que se a empresa receber que pensa também, disse Jaco.

Compõe a operação dos Estados, o negócio principal da BR Properties passa a ser galpões logísticos calculados São Paulo e Rio de Janeirosegmento que a empresa chegou a abandonar anos atrás.

O portfólio da companhia, que somou cerca de 10 bilhões de reais anteriormente, será de 2,3 bilhões depois de completa a venda.

Questionado se as propriedades podem ser usadas como recursos por duas opções de operação para acelerar crescimento ou optar por escolher o presidente da companhia descartou como alternativa.

“Não vemos agora em reinvestir imediatamente…A pandemia está no final, mas está persistindo. Agora é posição de conservação da caixa e ser observador”, disse Jaco, citando ainda as incertezas trazidas pelo cenário de juros nos Estados Unidos ea guerra da Rússia contra um Ucrânia. “Vamos manter este tamanho”, acrescentou.

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Questionado se a BR Properties pudesse usar os recursos da captura para acelerar o crescimento ou pudesse optar por fechar (Imagem: BR Properties/Divul)

Durante a conferência, o diretor da BR Properties, André Bergstein, afirmou que a transação com a empresa financeira Brookfield “deve gerar uma contribuição de 11,90 a 12 reais por ação”, nas contas da BR Properties, o que ajuda a devolver o valor para acionistas .

O cálculo leva em consideração uma duração máxima de incidência de impostos sobre a operação da ordem de 4 milhões de reais, segundo ele.

A expectativa mínima seria de 350 milhões.

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