Telegram anuncia funções para combater notícias falsas; entendido como vai ser | Aplicativos

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O Telegrama vai lançar novas funções para combater notícias falsas na plataforma, após ter firmado um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral na última terça-feira (17). O tratado, que faz parte do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação no Âmbito da Justiça Eleitoral, memorando que o TSE lançados para essas consequências. São diversas novidades no app, como um canal selecionado da Corte na plataforma e um chatbot para tirar dúvidas dos, a exemplo do que foi lançado no mês passado no Whatsapp. O TSE é o primeiro órgão eleitoral do mundo a ter um tratado do gênero com o Telegrama.

O anúncio foi feito pelo presidente do tribunal, o ministro Edson Fachin, na terça-feira (17). Assinado no dia anterior, o contrato entre as partes pretende terminar como divergências entre o mensageiro eo TSE. Vale lembrar que, em março deste ano, a Corte chegou a pedir a suspensão do Telegrama no Brasil, a Polícia Federal, por descumprir falsas propostas de investigação de notícias. A seguir, entender o que são e como funcionarão como novas funções.

Telegram e TSE firmam acordo inédito para combater fake news nas Eleições 2022 — Foto: Caio Bersot/TechTudo

Como funcionar como dados de ligações feitas no Telegram? Veja dúvidas comuns no Fórum do TechTudo.

são as novas funções e como vão funcionar Quais?

O acordo de cooperação entre a plataforma e o corte eleito prevê algumas ações práticas do aplicativo para combater como notícias falsas. A primeira delas é um anúncio de um canal oficial do TSE no assinante, o que inclui sua verificação e sua existência para os usuários brasileiros. Para isso, o tribunal é ter pelo menos publicações no momento da verificação, além de se obrigado a publicar regularmente como notícias não há país.

O app também vai conceder acesso à API para criação do bot, com o principal objetivo principal para a criação do bot, com o objetivo principal TSE. Como as opções de interação não foram discriminadas em nenhum documento, mas um dos usos exemplificados é o envio de comunicados personalizados de acordo com a região do usuário. Como a Corte possui um chatbot também não Whatsappé possível que algumas funções presentes no app da Meta serão reproduzidas não Telegrama – como uma solução virtual para tirar uma dúvida.

Outra medida será a criação de um canal para comunicações extrajudiciais. Através dele, o TSE vai denunciar conteúdos que espalhem desinformação sobre o processo eleitoral. Após denúncia, a plataforma, então, e fará uma investigação interna para apurar se as mensagens violam os termos de uso Telegrama. Caso forme um banco de dados de usuários e contas que disseminem mais notícias falsas.

O recurso, porém, é restrito às entidades; os usuários não terão acesso a esse canal. O mesmo ocorre com as outras ações práticas do Telegramaque participação de pertencer com a equipe do TSE e o desvio jurídico e o alerta no sentido de combate desinformação.

Chatbot do TSE no WhatsApp pode serir de inspiração para bot do Telegram — Foto: Raquel Freire/TechTudo

Qual é a previsão de lançamento para essas funções?

Não há um lançamento previsto no contrato de colaboração. No entanto, como ele foi pensado para as Eleições de 2022 – que acontecem em 2 de outubro, no primeiro turno, e em 30 de outubro, no segundo turno, onde houver – é provável que as medidas sejam aplicadas o mais rápido possível. Isso acontece principalmente porque é a campanha eleitoral na campanha eleitoral, que começa em 16 de agosto. Vale frisar que o acordo firmado entre TSE e Telegrama é válido até 31 de dezembro de 2022.

Por que essas medidas estão sendo aplicadas agora?

A colaboração com o TSE acontece pouco depois de o app quase ser banido do Brasil. Em março, o bloqueio de prosseguimento após o pedido de determinação da Polícia Federal, a empresa da prisão prosseguiu a tentativa de contato e a execução de a prisão de Alexandre após a investigação que determinou a suspensão do processo de investigação de notícias falsas.

Uma comunicação judicial solicitando a inviabilização do Telegrama chegou a plataformas digitais para os provedores de Internet e. Na ocasião, o fundador do criador, o russo Pavel Durov não ter recebido as decisões pensadas apenas por um projeto “problema com e-mails”.

Com informações de TSE (1 e 2)

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