Petrobras avalia energia longa eólica offshore como alternativa para prazo, diz CEO

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Logo da Petrobras na sede da empresa no Rio de Janeiro

Por Roberto Samora

SÃO PAULO (Reuters) – A eólica offshore é das alternativas em estudo pela Petrobras para sua atuação longa, à medida que busca uma empresa sem transição energética para uma economia de carbono, disse o presidente da petroleira, José Mauro Coelho, durante o evento nesta quarta-feira.

“Outra oportunidade em é uma geração de energia eólica offshore, ou tem grande potencial, isso traz lideranças importantes com a competência e a liderança da Petrobras no ambiente marinho, especialmente em águas profundas e ultraprofundas”, afirmou ele, na abertura do Congresso Mercado Global de Carbono – Descarbonização & Investimentos Verdes.

Ao longo das possibilidades de investimento em uma economia de menor economia de carbono, ele disse que a energia eólica no mar está “em estudo para a atuação da companhia no prazo”.

O executivo, que levou a carga em projeto, ainda lembrado que em 2020 a Petrobras chegou a carta de intenções com a nem a Petrobras Equinor para explorar um projeto de energia eólica no mar.

“Desde então a Petrobras está cooperando no desenvolvimento de projeto eólico offshore de Aracatu, na Bacia de Campos, com capacidade de geração de aproximadamente 4 gigawatts só neste projeto”, destacou.

Presente no evento, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, citou o potencial de cerca de 700 GW para energia eólica offshore no Brasil, o equivalente a “50 Itaipus”, mas que ainda não deslanchou.

No início de janeiro, o governo federal editou um decreto que abriu para o desenvolvimento do espaço da geração de energia eólica em alto mar no país, tecnologia bastante planejada na Europa e que não atendeu ao radar de grandes investidores para projetos no Brasil.

Além de Equinor, a Shell e empresas como a Neoenergia têm interesse no desenvolvimento de empreendimentos offshore.

A Shell, por exemplo, já solicita licença ambiental para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) para realizar geração de energia eólica no mar em seis Estados do Brasil.

BIOCOMBUSTÍVEIS

O CEO da Petrobras lembrou também que a companhia tem uma referência dedicada à diversificação de investimentos buscando na análise de novos negócios, “contribuindo para a sustentabilidade da companhia no longo prazo”.

Ele citou que a Petrobras prevê em seu plano de negócios sustentáveis ​​na produção de biocombustíveis “avançados”.

“Uma nova geração de produtos, como é exemplo de alta qualidade renovável, o diesel verde o bio diesel renovador de qualidade”, comentado.

Entre as iniciativas está o “diesel verde” a partir do coprocessamento com o diesel, que aprovação regulatória.

(Por Roberto Samora)



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