Os chimpanzés têm capacidade excepcional de produzir vocalizações

0
35

Os chimpanzés têm uma capacidade excepcional de produzir vocalizações complexas, com sequências diferentes identificadas por uma equipe de cientistas nesta primata, o mais próximo do ser humano.

“Não falam, é claro, se tomarmos como referência a linguagem humana”, adverte o biólogo evolucionista Cédric Girard Buttoz, principal autor do estudo publicado nesta segunda-feira (18) no Nature Communications Biology.

Mas os doismpanz propõem uma combinação para uma gama de capacidades diferentes de diferentes combinações, “dozempanzés” em menos 3 segundos o pesquisador.

É uma espécie de sintaxe que associa dois a dez palavras e cujo significado precisa ainda ser especificado.

De fato, o animal pode ter diferentes capacidades de combinar sons de maneiras para significar coisas diferentes.

“Temos algumas ideias sobre o significado de certas sequências, uma qual das quais está relacionada exclusivamente com a niificação, e não tem relação com o significado dos segredos isolados”, disse à AFP Marc Jeannerod, pesquisador do Instituto Francês de Ciências Cognitivas.

A equipe foi formada por alguns membros afiliados ao instituto de antropologia Max Planck, que tem como base em cerca de registros.000 animais feitos de 46 chimpanzés adultos selvagens na reserva marfinense do Parque Nacional Tai.

Um estudante durante o período de identificação de seis horas identificadas foram identificadas e identificadas como ajuda de “identificações” identificadas e identificadas há 8 meses.

Foi um método inédito que poderia ser utilizado com outros primatas, como o bonobo e o orangotango.

– Bigramas –

Os doze tipos de vocalizações do chimpanzé incluem o muito comum “hu”, associado ou não a um suspiro ou grunhido. É bem conhecido dos especialistas, e seu significado pode variar de acordo com a intensidade.

“O +hu+ a um grito de alarme é mais forte do que o relacionado ao ligado à espera”, explica Girard Buttoz, enquanto “hu” associado a um suspiro é usado para identificação entre pacientes.

“O repertório vocal dos chimpanzés, que é inato, pode ser considerado limitado”, já que alguns animais têm um “vocabulário” muito mais rico, observa o pesquisador. Mas a espécie, que tem uma vida social muito complexa, pode ter encontrado nas sequências uma forma de “gerar novos sentidos e ampliar assim sua capacidade de comunicação”, acrescenta.

O estudo mostrou que um terço das vocalizações são sequências que combinam várias dezenas de chamados, dos quais uma extensão é utilizada em alguns momentos.

Também há uma “noção de ordem”, que alguns gritos são escutados sempre – ou sem quaseper – na mesma posição. Trata-se de um “bigrama”, ou seja, uma sequência que associa dois gritos.

“Por exemplo, o +hu+ está quase sem a primeira posição, o que indica uma estrutura de comunicação recorrente”.

Alguns bigramas são reutilizados em sequências mais longas ao lado de cinco outras, mais uma cena de uma estrutura estável dessa simiesca.

Resta entender a relação entre os elementos dessas sequências, e algumas são ou não geradoras de um novo significado.

Os pesquisadores observam variações entre as populações de chimpanzés na ordem dos cantos “de maneira muito consistente”, diz que Girard Buttoz. Isso implicaria um aprendizado de aprendizagem dentro do grupo e da flexibilidade nesse modo de execução.

Os cientistas terão que buscar o significado das sequências com experimentos de reprodução. “Um som é gravado e o macaco é obrigado a ouvi-lo na floresta para estudar sua reação”, explica o pesquisador.



LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here