Ministro do TCU vê ilegalidade em Eletronuclear e Itaipu, quer parar o processo da Eletrobras

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Logo da Eletrobras em painel na bolsa de Nova York

SÃO PAULO (Reuters) – O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, revisor do processo de privatização da Eletrobras, disse ver ilegalidades em que não existiriam pagamentos à estatal por sua aparência Eletronuclear.

Segundo as restrições nas eletrobras, com cerca de,7 bilhões de reais, há de finanças privadas2 em que não há correção da União à Eletrobras, o que reduzirá sua receita para empresas para já 45% na capitalização.

“Com esse calendário louco pra entregar a Eletrobras por preço de banana… essa ilegalidade fica flagrante”, disse Vital durante exposição de seu voto em sessão plenária nesta quarta-feira.

“Caso essa ilegalidade da Eletronuclear, teremos uma privatização e um prejuízo de 730 milhões”, acrescentou.

Vital também disse que a valorização na usina hidrelétrica do Brasil, com premissa elétrica que teria levado ilegalmente a uma expressiva subvalorização da fatia no binacional, a 1,2 bilhões de reais.

O ministro defende a valoração tem que ser feita com base no fluxo operacional da usina, o que não teria sido feito, e que essa estimativa tem impacto direto no preço da processo de capitalização.

Mais cedo, mais cedo, de apresentar voto sobre o mérito do processo de privatização, Vital de seu projeto de privatização sobrestar a deliberação antes de uma autorização autorizada pela Corte sobre provisões estatais.

O TCU não previsto investimentos elétricos pela semana passada uma auditorias de processos judiciais aplicáveis ​​a Elementos compulsórios denominados ao “empregador bancário criado pelo governo nos anos 190 bancário da estatal no setor e cobrado de consumidores industriais, que contestam e ressarcimentos na Justiça.

Segundo Vital, uma conclusão dessa verificação deve exigir uma reavaliação da Eletrobras.

“Há conexão evidente entre as abertas”, disse, durante plenário quarta-feira.

Os demais ministros do TCU aguardavam a exposição de Vital antes de deliberar sobre a privatização da empresa.

(Por Letícia Fucuchima; edição de Roberto Samora)



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