Espanha aprova primeira licença menstrual remunerada da Europa; proposta segue para aprovação no parlamento – Money Times

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Governo da Espanha aprova primeira licença menstrual remunerada da Europa (Imagem: Daniel Prado/Unsplash)

O governo espanhol na licença de terça-feira (17) um projeto de Lei que prevê uma licença do trabalho de três dias para mulheres que você usa com menstruação severasem que elas sofram salariais por isso.

A, que segue agora para votação no Parlamento — no qual o governador socialista tem maioria —, se fará da votação Espanha o primeiro país da Europa uma licença.

Como funciona a licença do trabalho

A medida é uma iniciativa da ministra de Igualdade do país, Irene Montero. Segundo o projeto, qualquer mulher que sofra de dismenorreia, quadro de menstruação severa, pode ocorrer à licença em qualquer empresa privada ou órgão público que trabalhe.

A legal também amplia o acesso ao aborto, já legalizado no país e que, atualmente, pode ser feito a 14ª semana de gestação até a 22ª semana em casos de anormalidades do feto.

Além disso, pela, adolescentes com 16 e 17 anos não precisarão mais de responsáveis ​​pelos responsáveis ​​para fazer a reforma da gravidez.

pela 39ª semana (ultrapassadas os nove meses de gestação), e as propostas menstruais como a partir de meses das escolas serão ampliadas a partir da 39ª semana e centros de saúde distribuídos gratuitamente em época e escolas a partir da 39ª semana.

A proposta de dividir a população. Uma parte crescente dos espanhóis, mas apoiada, outra parte conservadora mais liberal é contra a conservadora da gravidez.

Como isso afeta a carreira das mulheres?

Luis Méndez correspondente da RFI na Espanha, que dentro do governo há divergências. Embora todos no governo não aceitem que as mulheres em condições mais legais pela menstruação não recebam licença, há um consenso sobre se é apropriado ou não promulgar uma lei específica.

Em teoria, a questão que está provocando discórdia é se a medida, prática, pode dificultar a empregabilidade das mulheres e preconceito-las no mercado de trabalho.

Os que defendem esta iniciativa alegam desconforto, que não se tratam de um desconforto leve, para aqueles que geraram a menstruação, mas sim sintomas de febre médica agravada como diarreia, condições que alteram as licenças, por exemplo, por alguma doença.

No entanto, a ministra da Economia e primeira vice- médica, Nadia Calviño, que sustenta os instrumentos legislativos existentes na Espanha já permitidos os médicos emitam essa licença médica especialmente devido a menstruações, de modo que o regulamento contribuirá para a identificação das mulheres como traz o correspondente.

Os sindicatos também discordam da possibilidade de regular as licenças médicas por doenças menstruais por lei, acrescenta Méndez em seu artigo para o RFI.

*Com informações do g1 e do RFI

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