Empresários divergem sobre futuro dos veículos elétricos no Brasil – Money Times

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Carro Elétrico
“O Brasil tem que apostar em todas as frentes, mas não pode deixar os elétricos de lado”, disse o executivo durante o evento (Imagem: Reuters/Steve Marcus)

A divisão na indústria de transportes sobre como acontecer no Brasil a transição energética rumor emissão zero marcou um painel que os fabricantes de veículos e engenheiros para concurso o futuro verde da mobilidade em congresso realizado no Rio de Janeiro.

Enquanto dirigentes da Scania e da Marcopolo (POMO3) traçar um cenário no qual os sistemas planejados a comerciável fósseis convivem com veículos elétricoso presidente da NÓS G (WEGE3), Harry Schmelzer, projetou uma transformação rápida da mobilidade nos centros urbanos.

Ao apontar a um futuro em que “a sigla em que “será a velocidade da transição deve ser impulsionada pela ascensão dos tudo socioambientais – ESG, na inglês – nas decisões de investimento e consumo, além da tendência de redução de custos em consumo, além da tendência de redução de custos das novas tecnologias.

“Brasil tem que apostar em todas as partes, mas não deixará os elétricos do lado”, disse o executivo durante o evento, apresentado como frente por Petrobrás (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3).

Antes do espaço de Schmelzer, o CEO da Scania na América Latina, Christopher Podgorski, voltou a apresentar a visão da montadora de veículos de propulsão, mas seguirão elétrica compartilhando como estradas com caminhões movidos a diesel ou mais limpos, como o biometano.

O CEO da Marcopolo, James Bellini foi na mesma trilha ao citar questões relacionadas a custo e atrasos na infraestrutura necessário para a introdução dos veículos elétricos.

Carro Elétrico
pensar longo em várias rotas até chegar, no prazo, à emissão zero (Imagem: Pixabay)

Como exemplo, disse que há dúvidas sobre o que aconteceria se toda a frota de ônibus da cidade de São Pauloalgo ao redor de 14 mil, veículos passasse a madrugada, deixa de circular, sendo recarregada.

Da mesma forma, ele comentou que não está claro para os operadores de transporte em quanto tempo a tecnologia elétrica é paga pela economia dos custos operacionais, em especial nos gastos com combustível, já que o ônibus elétrico é pelo menos três vezes mais caro do que um coletivo a diesel.

“Entendemos que o elétrico puro não é o único caminho. Temos que pensar em várias rotas”, defendeu Bellini. “Precisamos pensar em várias rotas chegar, no longo prazo, à emissão zero. Em hipótese nenhuma podemos emitir zero no curto prazo”, acrescentou o presidente do fabricante de carrorias de ônibus.

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